Saint-Barth: A ilha branca e bilionária do Caribe, onde a principal atividade econômica não é o turismo

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Três horas e meia de voo e apenas uma hora de diferença de fuso horário separam o rigoroso inverno nova-iorquino de fevereiro do verão-o-ano-todo de Saint-Barthélémy, essa ilhota de vegetação árida — e de praias menos bonitas que as das ilhas vizinhas, preciso dizer —, que se transformou no porto seguro de algumas das pessoas mais ricas e famosas do mundo (seguidas dos alpinistas sociais), onde o turismo de massa não tem vez (nem as grandes redes de hotéis de luxo estão aqui). São Bartolomeu — assim como Saint-Tropez vira para os franceses, que adoram diminutivos, “Saint-Trop”, Saint-Barthélémy é “Saint-Barth”, ou ainda, em inglês, “St. Barts” — não só é território francês mas praticamente a extensão da Côte d’Azur no Caribe (não raro você vai encontrar os mesmo superiates aportados em Cap d’Antibes em junho e aqui durante o inverno no hemisfério norte). Porque se chegar à França metropolitana — Paris, depois Marseille — para começar a viagem pela Riviera Francesa é se deparar com gente de todas as cores, roupas, etnias, línguas e culturas, basta sair da cidade mais antiga do país Ver Mais →

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