Hotel Four Seasons DIFC: Existe uma Dubai elegante e em escala humana

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Elegância raramente rima com grandiosidade (“a elegância não grita, ela sussurra”, li uma vez). E, apesar de refletir a cultura emirati  com ricos veludos e o brilho dos metais dourados e das madeiras laqueadas, o Four Seasons Dubai DIFC não segue a proporção dubaiana, felizmente: é um hotel com apenas oito andares — são mais de 100 quartos, mas a sensação é a de que se está num hotel boutique — no coração deste minúsculo e jovem emirado que, em pouco mais de vinte anos, já tem mais  arranha-céus que Tóquio e Chicago. Por isso, numa cidade onde o céu é — literalmente — o limite, o Four Seasons Dubai DIFC é uma belíssima opção ao extenso cardápio de hotéis de luxo em Dubai, e com ótima relação custo-benefício (praticamente todas redes estão aqui, com um ou até mais hotéis, como é o próprio caso da Four Seasons, que tem um resort  de praia em Jumeirah, e você pode utilizar a estrutura pagando uma taxa por dia de uso).

A localização não poderia ser melhor. Você está no coração do DIFC, o Dubai International Financial Centre, um bairro-jurisdição vizinho ao complexo Burj Khalifa — Dubai Mall (hoje considerado o “centro” de Dubai; e por ser vizinho, o Four Seasons garante ótimas Ver Mais →

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Seychelles, ilha de Mahé: Luxo, natureza e mais de 60 praias, com e sem agito; onde ficar, onde comer, o que fazer

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Alguns dos melhores e mais paradisíacos hotéis das Seychelles como North, Fregate, Zil Pasyon e Cousine ocupam sozinhos ilhas inteiras. Mas são hotéis-destinos para quem quer ou precisa de muita privacidade: como eles estão a 40 minutos, uma hora de barco das ilhas principais, não é tão fácil ficar indo e vindo. É só em Mahé, a maior de todas as 115 ilhas que formam o país-arquipélago, onde estão o único aeroporto internacional por onde você vai chegar e a capital do país, Victoria, um minúsculo e movimentado bairro com status  de cidade, que você vai conseguir experimentar não só hotéis incríveis com paisagens exuberantes e praias quase privadas que te dão a completa sensação de isolamento (apesar dos 75 mil habitantes da ilha; talvez por causa das muitas montanhas, a sensação nos hotéis aqui é a mesma de se estar numa ilha particular), mas também a vida local, trilhas com vistas excepcionais, restaurantes autênticos que não estão dentro de hotéis e praias para todos os gostos, das frequentadas pelas famílias de seychellois  com vários restaurantes na orla às mais desertas, com direito a belíssimos pores do sol (são 65 praias no total, e mesmo as praias que estão dentro dos hotéis de luxo são acessíveis, já que, por lei, toda praia em Seychelles é pública). Basta você pegar o seu carro para sair e explorar a ilha, pois Mahé concentra o melhor dos dois mundos.

seychelles-praias-africa-dicas-o-que-fazer-mahe-onde-ficar-onde-comer-restaurantes-1200-6A vista de Mahé do monte Copolia, que você acessa através de uma das quatro trilhas que começam na estradinha Sans Souci; é só procurar pela Copolia Trail.

JÁ QUE ESTAMOS FALANDO DOS HOTÉIS EM MAHÉ, ONDE SE HOSPEDAR?

Para os amantes de praia e natureza (para quem Seychelles  é IDEAL) e com orçamento enxuto, viajando sozinho ou com amigos, são muitas as opções de hospedagem simples e acessíveis, nos chamados guest houses  (tipo pousadas familiares) e self-catering houses ou apartments (casas ou apartamentos para os quais você tem de fazer as compras Ver Mais →

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As viagens mais incríveis de volta ao mundo, por ar, por terra e por mar

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Mr. Fogg, o distinto senhor inglês que dá a volta ao mundo em 80 dias no clássico de Jules Verne, venceu a aposta com seus colegas de clube concluindo a viagem em trem, elefante e navio a vapor. Mas se em 1873 a ideia de circum-navegar o mundo em tão pouco tempo era fantástica (as viagens nessa época duravam meses ou até anos, sem falar nos riscos que eram bem maiores), ainda hoje, apesar de todos os avanços dos meios de transporte, essa é uma experiência para poucos, já que exige tempo e dinheiro. Visitar destinos diferentes numa mesma viagem permite identificar os muitos contrastes entre as cidades, os países, os continentes. E é isso que companhias como Four Seasons, Silversea, Seabourn e Trains & Tours oferecem: viagens — reais — de volta ao mundo em que os trajetos podem ser feitos apenas de avião, apenas de navio, ou na combinação trem + avião.

DE AVIÃO

volta-ao-mundo-passagem-aviao-four-seasons-private-jet-navio-silversea-seabourn-trem-trains-tours-1200-1 volta-ao-mundo-passagem-aviao-four-seasons-private-jet-navio-silversea-seabourn-trem-trains-tours-1200-12 volta-ao-mundo-passagem-aviao-four-seasons-private-jet-navio-silversea-seabourn-trem-trains-tours-1200-2A rede canadense que possui 98 hotéis nos principais destinos do mundo (e cada Four Seasons é sempre uma das melhores e mais elegantes opções de hospedagem) possui um Boeing 757, todo primeira classe (poltronas em couro flat-bed, chef  e concierge  a bordo, Dom Pérignon à vontade), com o qual ela oferece três roteiros temáticos por ano de volta ao mundo, com duração de 18 a 23 dias (passando na maioria das vezes quatro dias Ver Mais →

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Four Seasons Milano: um óasis monástico na melhor localização

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Um hotel na melhor localização da cinzenta Milão, numa ruazinha estreita e intimista, com um lindo, escondido (assim como todos os cortili  da cidade) e bem cuidado oásis verde, que ocupa o pátio interno do que foi por quase trezentos anos um convento (o Santa Elisabetta funcionou aqui até 1782), faz do Four Seasons Milano um dos mais especiais endereços para você chamar de seu na cidade (outro hotel com jardim de que a gente gosta é o Bulgari, em Brera). Aberto em 1993, depois de seis anos não só de construção e reforma mas também restauração de muitos elementos que foram sendo descobertos durante as obras — como os afrescos, os pilares e as abóbadas originais que estavam escondidos por trás de paredes de tijolos de uma reforma no século 18 (o que fez com que o projeto tivesse de ser inteiramente revisto) —, o Four Seasons combina respeito à história, serviço cortês, excelente e constante, uma elegância simples nos ambientes (uma herança monástica, talvez?; com exceção dos luxuosos banheiros) e integração com as novas tecnologias (tudo bem, faltam tomadas Ver Mais →

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O hotel perfeito

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Esse é o manifesto Simonde de hospedagem. Assim como sou apaixonado por aeroportos (faço questão de levar e buscar amigos e parentes só pra ter o pretexto), amo lobbies de hotel (e filmes que têm eles como cenários: de Morte em Veneza  a Lost in Traslation, passando por Week-End at the Waldorf, Grand Hotel e Uma Linda Mulher). É fascinante, nos lobbies de hotéis com localização central, observar pessoas de diferentes estilos, de todos os cantos do mundo, indo e vindo; homens e mulheres em papos de negócio, madames com seus cachorrinhos de estimação, famílias decidindo com o concierge o programa dos próximos dias, casais apaixonados que só conseguem enxergar um ao outro. Se o hotel tiver restaurante estrelado e bar animado, ainda melhor. Mas, mesmo que o hotel seja incrível, nunca deixo de frequentar os chás, os bares e os restaurantes de outros hotéis; simplesmente porque estão em hotéis. Se hospedar no hotel PERFEITO nem sempre é possível (e muitas vezes, hotéis da mesma categoria de preço entregam experiências bem diferentes), mas fizemos um exercício de imaginar o que um hotel tem de ter para fazer com que a gente se apaixone por ele. Assim, sinta-se livre em nos contar sua opinião e relatar suas experiências.

LOCALIZAÇÃO
Localização, localização, localização. O hotel pode ter a melhor estrutura do universo, mas ele não for o próprio destino — no caso de resorts, quando você já viaja com a intenção de não sair de lá —, não adianta ser incrível, ser desenhado pelo designer  X, se você tiver de gastar quarenta minutos para chegar aos cafés, restaurantes, lojas e atrações culturais mais legais (ou daquelas que você mais gosta); o que é bem fácil de acontecer nos grandes centros urbanos (e você sempre saberá, em cada cidade Simonde, quais são os bairros de que mais gostamos e por quê). Por isso, a região, o bairro, a rua são variáveis Ver Mais →

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