Jiquitaia, comida brasileira autoral, saborosa e o melhor preço


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Pelo preço fixo de R$ 79 (entrada + prato principal + sobremesa, no jantar e nos fins de semana; e R$ 49! no almoço durante a semana), o Jiquitaia se consolidou de forma muito bem sucedida com sua fórmula que alia comida autoral com ingredientes brasileiros — bem executada, bem apresentada (só nas sobremesas que o aspecto é mais caseiro, mas não menos saboroso); e ainda dá para ter uma refeição vegetariana completa ou, mais precisamente, ovolactovegetariana —, preço mais-que-honesto e ambiente simples e agradável (e fácil de encontrar, fica numa discreta casinha branca com letreiro — que mais lembra uma empresa de representação comercial — quase em frente ao Athenas, na Antônio Carlos, entre a Augusta e a Frei Caneca). Jiquitaia é nome de um mix  de pimentas da família do tabasco, em pó (fica na mesa, experimente! peça também a pimenta da casa), típica da floresta amazônica, patrimônio dos índios baniwa, que você Ver Mais →


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Como Penso Como

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Ao longo da história brasileira, muitos europeus que aqui chegavam nos chamavam de “macacos”. Para nós, civilização “inferior” e inferiorizada, tudo o que era bom vinha de fora, da terra deles, da Europa. Até que Oswald de Andrade, com seu Manifesto Antropofágico, lançado em 1928, se propôs a repensar a nossa dependência cultural.

Essa relação de amor e ódio-preconceito-vergonha pelo Brasil ainda é um sentimento muito presente em todos nós, brasileiros, — como já dizia Nelson Rodrigues lá nos anos 1950 , “o brasileiro é um narciso às avessas, que cospe na própria imagem” — o que se reflete na relação que temos com a comida, seja para com os ingredientes locais — só recentemente, as nossas heranças gastronômicas passaram a ser estudadas e valorizadas por grandes chefs — ou, pior, com os vinhos nacionais (esses ainda continuam no limbo da desvalorização e do desconhecimento; quem tem coragem de servir espumante nacional em jantar em casa, apesar da sua Ver Mais →

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Refletindo sobre o bife alla parmigiana

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“De todos os pratos que não fazem sentido, o bife alla parmigiana é o campeão. Começa-se com um bife à milanesa (ou um schnitzel). A carne é envolvida em farinha de trigo, ovo e pão ralado, frita em óleo ou azeite, que resulta em uma casca quente e crocante. Então, despeja-se uma grande quantidade de molho de tomate e queijo no bife à milanesa, e leva-se ao forno para gratinar. Resultado: a casquinha crocante fica murcha e o prato fica insuportavelmente pesado. Acho que inventaram esse prato para reaproveitar o bife à milanesa que sobrou; só assim eu entenderia o bife alla parmigianaPor isso, Shoichi, estou pensando em desconstruir a receita parmigiana e proponho um bife à milanesa, acompanhado de bolinhos de queijo e molho de tomate (à parte). Assim fica tudo na textura certa, o que acha?” (Lucia B. Lamberti, no Facebook, em 26 de agosto de 2013)

Já desconstruíram a feijoada. Descontruir o bife alla parmigiana seria GENIAL. :-)

P.S. Um dos pratos tradicionais da Sicilia, a ilha no extremo Sul da Itália, é o melanzane alla parmigiana, que é a berinjela apenas frita (não empanada) e coberta com molho de tomate e queijo parmesão que vai ao forno para gratinar. O nosso bife alla parmigiana seria a cotoletta alla bolognese, um prato típico da Bologna, região no Norte da Itália, também um escalope de carne empanado com molho de tomate e queijo, que pode ser o parmesão, gratinado. Já o bife apenas empanado, ou Wiener Schnitzel (“escalope à moda de Viena”) é conhecida na Itália como cotoletta alla milanese (porque seria tradicional de Milão na Lombardia, Norte da Itália, região vizinha à Bologna), assim como nós usamos por aqui o termo à milanesa.

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