Admiral’s Club, a sala VIP AA no Terminal 3 em GRU

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A American Airlines disponibiliza dois tipos de salas VIP para os passageiros da companhia aérea e OneWorld: 1. a Flagship, exclusiva para passageiros de primeira classe ou com status  Esmeralda no programa de fidelidade OneWorld, com apenas quatro lounges  em Los Angeles, Chicago, Londres e Nova York, e 2. o Admiral’s Club, que possui mais de 50 lounges  espalhados por aeroportos do mundo e que está passando por uma modernização gigante; e Chicago e São Paulo, no Terminal 3, foram as primeiras cidades a serem contempladas com o novo conceito (mas a sala já existia no Terminal 2; o primeiro Admiral’s Club foi inaugurado em Guarulhos em 1994).

A sala, vizinha aos lounges  da Latam e do Mastercard Black (para chegar lá é só subir a rampa que fica ao lado do Starbuck’s da GRU Avenue em direção ao mezanino), é bem espaçosa — 850 metros quadrados, com capacidade para 262 pessoas — para os até seis voos da companhia que saem de Guarulhos todos os dias em direção aos Estados Unidos, Ver Mais →

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Hotel Tryp, dentro do Terminal 3, em Guarulhos

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Quem já foi para a Ásia e teve de fazer conexão depois de 12 horas de voo — para pegar outro voo de mais 10, 11 horas — sabe o quão cansativo é todo o processo, principalmente quando você precisa esperar no aeroporto por 5, 6 horas, sem poder sair ou por que não pode ou por que não dá tempo de ir à cidade e voltar. E é para esses viajantes que, em agosto de 2015, abriu na área restrita do Terminal 3 do aeroporto de Guarulhos, o hotel Tryp, um quatro estrelas com 80 quartos (o único no hemisfério sul com essa proposta).

QUEM PODE SER HOSPEDAR NO TRYP GRU NO TERMINAL 3?

O público é bem  específico. Como o Terminal 3 é exclusivo para voos internacionais e o hotel fica dentro da área restrita, ou seja, depois do controle de passaportes para quem vai viajar, isso significa que apenas passageiros chegando de outro país e indo para outro país (inter-inter, como eles chamam) podem se hospedar no Tryp; são passageiros que nem retiram suas bagagens despachadas na esteira, vão para o hotel apenas com a bagagem de mão. Para passageiros saindo do Brasil, o hotel só será útil para quem vier de outra Ver Mais →

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Villa GRU

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As salas “VIP” dos aeroportos internacionais de São Paulo e Rio estão cada vez mais lotadas (com todas parcerias, cartões de crédito, promoções), são antigas e/ou datadas, oferecem serviços limitados e apenas quem está viajando em business ou first têm acesso a elas. Inspirado no serviço de outros aeroportos do mundo, o GRU Airport — novo nome do Aeroporto Internacional de São Paulo — oferece agora a qualquer viajante que esteja voando para fora do Brasil (ou em conexão internacional) o Villa GRU: “a” sala VIP. A entrada fica na área de embarque bem no comecinho do Terminal 2 (veja fotos na galeria abaixo). Você sai do carro, tem suas malas levadas até a Ilha GRU (o nome da recepção) e uma pessoa encarregada pelo atendimento irá cuidar de tudo: fazer seu checkin — em qualquer companhia aérea, em qualquer classe, da econômica à primeira — e despachar suas bagagens, enquanto você toma um café, come uns belisquetes ou relaxa em uma elegante Ver Mais →

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Terminal 3 GRU: O nosso guia

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Eu nutro um profundo amor pelos Terminais 1 e 2, inaugurados em 1991, que desde 2016 se uniram e se transformaram no novo Terminal 2. Mas 23 anos depois, e praticamente uma revolução  nos hábitos e na frequência com que o mundo viaja — brasileiros inclusos — , precisávamos de um aeroporto internacional que atendesse nossas necessidades atuais. E veio o Terminal 3, exclusivo para voos internacionais.

OS RESTAURANTES DO TERMINAL 3; ONDE COMER

O melhor restaurante de todo o aeroporto (o único que a gente frequenta) é o Ráscal, aberto das 10h às 23h, que está no mezanino (um andar abaixo do andar do embarque), com sua cozinha mediterrânea, ingredientes frescos no ótimo bufê de saladas, e que nos salva da comida péssima-e-cara que sempre foi a realidade do nosso aeroporto internacional (além do amplo salão com direito a um deck com plantas, eles também contam com uma área express). Fuja de restaurantes como o Olive Garden e o Red Lobster: caro pela comida bem mediana que entrega; tudo pré-pronto no melhor estilo enlatado americano {leia minha experiência no Olive Garden, clicando aqui}. Uma ótima pedida nos dias em que se tem tempo — ainda mais se você estiver com amigos estrangeiros — é sair com algumas horas de antecedência e fazer uma escala  no Mocotó entre casa ou hotel e o aeroporto (do restaurante para GRU, dá 20 minutos de carro sem trânsito, tanto pela Dutra quanto pela Ayrton Senna). Esse restaurante de autêntica comida brasileira não fecha entre almoço e jantar e abre de segunda a sexta das 12h às 23h (só não dá para fazer isso aos sábados e domingos já que a espera por uma mesa leva horas). Ah, evite também refeições nos estabelecimentos que ficam no píer de embarque, na área restrita internacional: parece que tudo foi esquentado no micro-ondas.

CAFÉ E COMIDINHAS

Também no mezanino (é o andar que interliga o Terminal 2 e o Terminal 3, um andar abaixo da área de embarque), seguimos com os brasileiros: tem o Suplicy, com seus ótimos café e capuccini servidos em xícaras de porcelana, além de bem servidos sanduíches e até uma salada de frutas frescas com mel e granola, que você come com talher de verdade (nada de colherzinha de plástico); o Rei do Mate, para a deliciosa Bomba (suco de açaí e mate — peça sem xarope de guaraná e com o mate sem açúcar porque senão fica muito doce); e, se for pra abusar um pouco da dieta, sempre valem os pretzel da Mr. Pretzel, mesmo que seja só quentinho e com sal grosso… No piso superior, ao lado do check-in E, fica o Piola, aberto 24 horas (com duas unidades no T3, uma na área externa e outra na área restrita, depois da segurança, mas esse fecha às 22h), que segue o mesmo padrão das outras filiais na cidade, com panini, pizze, massas, mas sem a carta completa de drinques. Na linha saudável-qualidade-express, tem um Viena. E a grande maioria dos estabelecimentos funciona das 7h às 23h Na área restrita, opções não faltam: Tostex na altura do portão 33, Starbucks em frente à loja do Duty Free, Viena CaféPiola e Casa do Pão de Queijo.

BEBIDINHAS

Para cerveja, tem um bar-todo-verde da Heineken meio escondido na área restrita atrás da rampa que leva às salas VIP. Para drinques coloridos à la  beira da piscina no Caribe (tequilas, Bacardi, frutas decorando os copos), tem o Margaritaville. Para a melhor vista do aeroporto (para a pista de pouso e decolagem dos aviões, claro), vá até o fim do píer no On The Rocks, ao lado do portão de embarque número 41. 

AS SALAS VIP DO TERMINAL 3

Todas as salas VIP são acessíveis subindo ou pela cenográfica rampa circular ou pelo elevador que ficam na GRU Avenue (leia abaixo, em Compras) ao lado do Starbucks. Lá em cima estão o lounge da Star Alliance, as salas do próprio aeroporto (a Executive Lounge, para passageiros da classe executiva e outra menor para passageiros da primeira classe), a sala da Latam (a maior de todas, com 1800 metros quadrados), a sala do cartão de crédito Mastercard Black e o belo Admiral’s Club, a sala VIP da American Airlines {leia nossa matéria exclusiva, clicando aqui}, que tem metade do tamanho da sala da Latam, mas opera apenas seis voos por dia (tende a estar sempre tranquila). Como a Latam e a American pertencem à OneWorld, podemos dizer que os passageiros que voam em qualquer uma das companhias da aliança (não só as três, mas também Qatar, Iberia, British) estão muito bem servidos de lounges em GRU. 

TROCANDO DINHEIRO

Vá para os terminais 1 e 2, onde tem várias empresas de câmbio e você consegue cotar com uma e com outra, negociar e conseguir o melhor preço pelo seu dinheirinho. No terminal 3, o monopólio é do Safra; eles estão na área externa no piso de embarque, no piso de desembarque, na área restrita, everywhere.

QUAIS CIAS ESTÃO NO TERMINAL 3

O Terminal 3, inaugurado no dia 11 de maio de 2014, começou suas operações com três companhias. Hoje 80% dos voos internacionais, inclusive de companhias aéreas brasileiras como a Latam, saem daqui; os outros 20% continuam saindo do Terminal 2 (por exemplo, os voos da Copa Airlines, Aerolíneas Argentinas e Ethiopian saem do Terminal 2 e não do 3, por isso, atenção antes de parar o carro no estacionamento errado; para conferir a lista de todas as companhias aéreas e seus respectivos terminais, clique aqui).

ELEVADORES

Meu Deus, um caos: nos elevadores, os quais você PRECISA pegar para ir ao andar de embarque caso venha do estacionamento ou dos outros terminais, cabem apenas DOIS carrinhos com, no máximo, três pessoas esmagadas. O que acontece? Fila pra sair de um andar e chegar três metros acima com suas malas nos horários de pico.

CAFÉ

Na área externa do piso superior, a dica é tomar um café na Casa Bauducco (tem mesinhas, ambiente aconchegante e a trilha sonora é ótima) e comer um pedaço de panetone (vende pedaços individuais, deliciosos, molhadinhos). No mezanino, um piso abaixo, tem a Kopenhagen e um muito bem-vindo Café Suplicy. Já na área restrita (após o controle de passaportes), tem o Café do Ponto, café Nespresso no 365 Deli (que tem cara de saudável, mas não é).

DOCES

Na área externa do piso superior, além da Casa Bauducco, tem a Mr.Cheeney com seus cookies diversos e a Kopenhagen no mezanino para chocolates. Mas, você pode também pedir sobremesas no Piola (serve tiramisù) e comer sentadinho, tomando um café. No quesito sorvetes na área restrita, se antes havia a Venchi e a Bacio di Latte, agora não tem mais nenhuma das duas. Tome um frapuccino no Starbucks, se quiser algo gelado.

OPÇÕES DE ESTACIONAMENTO, INCLUINDO DIÁRIAS

Se você for viajar por alguma companhia que sai do Terminal 3, acostume-se a ir direto para o estacionamento exclusivo do novo terminal, o Edifício Garagem, uma linda e enorme caixa cinza (informe-se sobre as companhias antes de sair de casa pra não parar, como de costume, no estacionamento dos Terminais 1 e 2 e ter de ir andando até lá). Só o fato de parar o carro num belo e bem projetado estacionamento e ir com suas malas e carrinho em chão sem buracos, sem rampas e sem chegar ao aeroporto molhado num dia de chuva já faz toda a diferença (mas, claro que o estacionamento aqui é mais caro que os dos terminais 1 e 2). O sete andares do novo estacionamento tem tudo o que há de mais moderno: chão lisinho (como em Congonhas), luzes verdes e vermelhas que indicam se a vaga está livre ou ocupada fáceis de identificar quando se está procurando por uma vaga (como no JK Iguatemi) e caminho coberto do carro até o terminal onde você fará o check-in. Para usar o valet, basta pagar R$ 20 extras sobre a conta do estacionamento. Caso você queira deixar o carro no aeroporto enquanto faz uma viagem de alguns dias, existem vários estacionamentos próximos ao aeroporto, que possuem serviço de vans que levam e te buscam 24 horas por dia (basta ligar para eles quando você estiver com as malas já na área de desembarque), cujos valores são bem mais em conta que os do cobrado pelo estacionamento do aeroporto. Testamos recentemente o serviço do UltraPark GRU, que é o mais próximo do aeroporto. A localização é meio escondida (tem de usar o Waze para conseguir chegar lá), a localização não é das mais bonitas (apesar de o estacionamento em si ser seguro), mas a diária numa vaga coberta — nestas vagas você pode levar a chave do carro com você — custa R$ 21,90 (R$ 15,90 numa vaga descoberta), contra de R$ 45 a R$ 55 cobrados por dia pelo carro deixado em GRU (acima de sete diárias, você ainda ganha uma lavagem como cortesia). Só compensa deixar o carro no aeroporto, se sua viagem for acima de 20 dias, pois o preço numa vaga coberta na área premium  do Terminal 2 ou no edifício-garagem do Terminal 3, de 20 a 30 dias, é de R$ 400, o que sairia por dia de R$ 13,50 a R$ 20. Para acessar o site da UltraPark, é só clicar aqui

HOTEL DE LUXO

O terminal 3 possui o único hotel DENTRO da área restrita de um terminal internacional do hemisfério sul (assim um passageiro em longa conexão vindo dos Estados Unidos com destino à Argentina não precisa se preocupar com vistos já que não passará pela imigração). O hotel Tryp fica um piso abaixo do píer de embarque e você confere tudo sobre o hotel, clicando aqui. Ainda será inaugurado outro hotel, com 350 quartos, que ficará ao lado do edifício-garagem do Terminal 3. Mas a construção deste outro hotel ainda nem começou…

DAR UMA DORMIDINHA

Se você estiver em uma conexão internacional, você tem o Tryp. Se não, não tem nada no Terminal 3. Vá para o Fast Sleep no térreo do Terminal 2 (que fica na área externa, acessível para qualquer pessoa) para tomar uma ducha e tirar um cochilo, enquanto o hotel na área pública não fica pronto.

COMPRAS

O destaque do Terminal 3 no que se refere às compras isentas de impostos é a GRU Avenue, um boulevard com uma praça central (cuja rampa leva às salas VIP), que tem lojas de marcas (lojas mesmo, não quiosques ou corners) como Salvatore Ferragamo, Burberry, GAP, Tory Burch, Coach, MAC, todas administradas pela Dufry. Apesar de as lojas pertencerem todas à Dufry elas são decoradas com a identidade de marca de cada uma. Já na área de desembarque, você vai encontrar a maior loja Dufry do mundo, com 4.500 metros quadrados. (A Dufry é a empresa que administra o Duty Free Shopping em todos os aeroportos do Brasil.)

JORNAIS E REVISTAS

Na área pública, no mezanino pertinho do Ráscal, a opção é a SuperNews. Na área restrita e aberta 24 horas (o que é ótimo também para comprar aqueles nuts que vão salvar você da fome num voo longo se estiver voando em econômica) tem a Hudson News, chegando ao píer onde ficam as salas de embarque. 

SONY DSCO novo Terminal 3, projetado pelo Grupo Typsa Engecorps. Imagem: Shoichi Iwashita SONY DSCOs balcões de check-in. São 108 no total. Imagem: Shoichi IwashitaA Casa Bauducco, ao lado do check-in E, com café e panetone. :- ) Imagem: Shoichi Iwashita O Piola, que fica ao lado da Casa Bauducco, com sanduíches, pizza, caipiroska e vinho. Imagem: Shoichi Iwashita Portão que dá acesso a área restrita para passageiros… Imagem: Shoichi Iwashita … Com nova tecnologia. Imagem: Shoichi Iwashita A GRU Avenue, um boulevard duty free com lojas como Salvatore Ferragamo, Luxury Watches, Burberry, Coach, Fnac etc. Da rampa acessa-se as salas VIP. Imagem: Shoichi Iwashita SONY DSCVista da rampa para a loja da Dufry e o Starbucks. Imagem: Shoichi Iwashita SONY DSCA entrada da Executive Lounge, sala para viajantes de classe executiva operada pela GRU Airport. Imagem: Shoichi Iwashita SONY DSCO interior da Executive Lounge GRU Airport. Imagem: Shoichi Iwashita SONY DSCO interior da Executive Lounge GRU Airport. Imagem: Shoichi Iwashita SONY DSCO interior da Executive Lounge GRU Airport. Imagem: Shoichi Iwashita SONY DSCNo caminho está a Hudson News para abastecer a sacola de jornais e revistas. Imagem: Shoichi Iwashita SONY DSCSaindo da GRU Avenue pega-se essa esteira para o Píer, onde ficam os portões de embarque. Imagem: Shoichi Iwashita SONY DSCO Píer, que tem 20 pontes de embarque (fingers). Imagem: Shoichi Iwashita Bar On The Rocks no Terminal 3 do Aeroporto de GuarulhosNo fim do píer de embarque do Terminal 3 fica o bar On The Rocks, com a melhor vista para a pista de pouso e decolagem. Imagem: Shoichi Iwashita
SONY DSCA ENORME área de restituição de bagagem. São sete os carrosséis. Imagem: Shoichi Iwashita SONY DSCTem algo a declarar? Amei a cor e o portão. Imagem: Shoichi Iwashita O acesso ao edifício-garagem. Imagem: Shoichi Iwashita O belo estacionamento. Imagem: Shoichi Iwashita

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EVITE: Olive Garden em GRU

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Eu nunca tinha ouvido falar no Olive Garden até a notícia da inauguração da franquia norte-americana no novo Terminal 3 do Aeroporto de Guarulhos, quando comecei a ouvir discussões sobre a “popularização” da marca entre amigos (whatever that means) e ver uma euforia nos sites  que informavam sobre a abertura do restaurante italiano no aeroporto (o restaurante é extremamente popular entre brasileiros que visitam a Flórida, parece). Assim, quando da minha visita ao novo Terminal 3 fiz questão de comer lá.

Comida que parece pré-processada, tempero exagerado (será que é para mascarar a falta de qualidade da matéria-prima?; a salada eu só consegui comer com o pão ao mesmo tempo de tão forte o molho), massa tão cozida que já vem toda despedaçada no prato, pedaços de frango e camarões que pareciam borracha (congelados?), molho PESADO (em caixa alta), sem falar na minha amiga, que pediu o Steak Gorgonzola-Alfredo (medalhões de filet mignon com fettuccine ao molho Alfredo) e não conseguiu comer a carne de tão passada — ela tinha pedido ao ponto — quando a atendente disse: “Ai, eles sempre erram”.

Tirando os pãezinhos saborosos e quentinhos (a bruschetta de tomate também é boa, mas isso até eu faço), a comida do Olive Garden parece comida pronta de supermecado aquecida no microondas, a R$ 140 para duas pessoas, sem vinhos, sem sobremesa. Enquanto isso, esperamos ansiosamente a abertura do Ráscal, que será no mezanino do Terminal 3. Porque será a única opção de jantar nos Terminais 3, 2, 1 e 4.

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O meu prato: uma massa de camarão e frango ao molho carbonara.

 

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