Dá mesmo para comprar day-use para passar o dia na piscina do hotel Fasano Rio?

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Ela está fechada no momento para uma reforma e só reabre em setembro para as comemorações do aniversário de dez anos da abertura do hotel (os quartos também começam a passar por atualizações necessárias começando pela tecnologia; aguarde mais informações em breve :-). E desde 2007 o hotel Fasano Rio tem a piscina-com-vista  mais cobiçada não só do Rio de Janeiro, mas uma das mais do mundo (o Emiliano Rio, inaugurado no fim de 2016, bem que poderia conquistar o posto — também com uma bela piscina no topo do hotel, com vista para o Pão de Açúcar e borda infinita; confira a nossa crítica do hotel clicando aqui —, mas em Copacabana infelizmente não tem pôr do sol…). No entanto, diferentemente de outros hotéis no Rio, o Fasano — assim como o Emiliano — não oferece o serviço de day-use, que é a prática de se pagar um valor para se usar a estrutura de piscina ou praia de um hotel (e que sempre é uma ótima oportunidade de se Ver Mais →

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O guia definitivo do tiramisù em SP, como deve ser, onde comer e o que tomar junto

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A primeira vez que comi tiramisù  não foi na Itália, mas em Londres. Tinha lido em alguma revista que a princesa Diana adorava a sobremesa do San Lorenzo, uma tradicional osteria  em Knightsbridge, e foi lá que eu me apaixonei. Desde então, essa sobremesa de origens conflitantes se popularizou não só no Brasil, mas em todo o mundo. Uns dizem que essa receita de ingredientes comuns e sabores simples — só leva biscoito, gemas, açúcar, café, queijo mascarpone e chocolate — foi criada no século 17 em Siena, na Toscana, para o grão-duque Cosimo III de Médici. Outros, que nasceu no Vêneto: numa versão da história, para o famoso escritor-conquistador-libertino-colecionador-de-mulheres  Giacomo Casanova. E tem ainda a de que ela teria sido criada para as cortesãs dos bordéis vênetos que precisavam de um alimento rico em energia  para enfrentar as longas noites de trabalho (tiramisù quer dizer “levanta-me!”). Mas tem também os que acham que o tiramisù não é nem toscano nem vêneto, Ver Mais →

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São Paulo, o melhor bairro e os melhores hotéis para ficar

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São Paulo é a megalópole carente de bons hotéis bem localizados. Não dá para entender por que a maior e mais rica cidade da América do Sul não conseguiu manter hotéis históricos — como o Rio que tem o Copacabana Palace — nem tem hotéis de redes como Mandarin Oriental, Ritz Carlton, Four Seasons, Park Hyatt (diferentemente de nossas vizinhas Buenos Aires e Santiago). Alguns dos melhores hotéis da capital paulista não têm piscina e quando tem são indoor, cobertas (putcha, estamos no Brasil, país de Sol abundante), nem banheiras em quartos cujas diárias custam R$ 3 mil, a não ser que você pague por um quarto superior (nada simpático, né?). Clique aqui e conheça o manifesto Simonde do hotel perfeito

ONDE FICAM AS COISAS LEGAIS DA CIDADE?

Assim como Paris tem aquela linha imaginária que começa na Bastilha e vai até o Arco do Triunfo (mas vai além, até La Défense), passando pelo Marais, Louvre, Place de la Concorde, Champs-Elysées, que concentra grande parte das coisas incríveis da cidade, São Paulo tem um eixo — as avenidas Consolação e Rebouças — que liga o Centro a Pinheiros passando Ver Mais →

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Novos pratos na Trattoria Fasano

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Os restaurantes do Grupo Fasano são sempre um porto seguro quando se quer ambiente elegante, comida clássica, bem feita e sem firulas, e bom serviço (infelizmente cada vez mais raro até mesmo em restaurantes caros em São Paulo). Para comemorar o primeiro ano da Trattoria Fasano (saiba tudo clicando aqui), restaurante no Itaim dedicado à cozinha aconchegante do centro e do Sul da Itália, novos pratos entraram no cardápio e experimentamos alguns deles (todos os pratos citados nesta matéria são novos):
trattoria-fasano-carpaccio-de-lula-1DSC01301-1000-1O carpaccio de lula defumada (R$ 52) com delicado molho vinagrete (que não leva cebola, vinagre, pimentão, ingredientes polêmicos para a harmonização com vinhos), lindamente cortado (em corte tradicional de qualquer parte da Itália), em tempos de onipresença de polvo, é leve e combina perfeitamente com o verão que se aproxima. Para acompanhar, o sommelier do Grupo Fasano, Massimo Leoncini, sugeriu um chardonnay da Sicília (Chardonnay La Fuga D.O.C, Donnafugata, de 2011), que, por ser um vinho de região marítima, possui um toque salgado que lembra a maresia, ótimo para acompanhar um ingrediente que vem do mar. Já os arancini alla siciliana (R$ 26), um bolinho frito de risotto com açafrão recheado de carne e ervilha, é pra compartilhar. Com os pãezinhos do couvert e os dois arancini que vêm na porção, dificilmente você terá fome pra qualquer outro prato; controle-se, coma apenas um.
trattoria-fasano-papardelle-ragu-de-pato Pra quem gosta de pato (um amigo que leva gastronomia a sério só come pato “porque os frangos da indústria crescem sem nunca ter pisado no chão, sem falar nos hormônios”), prove o papardelle al ragù d’anatra (R$ 68), saborosíssimo, com muito peito de pato desfiado entre as camadas dessa massa larga e fresca, de forma que não tem como não dar uma garfada sem pegar uma generosa quantidade de pato. (Uma das coisas que mais aprecio nos estabelecimentos Fasano é que os pratos são sempre “confortáveis” de comer). Como a carne do pato tem muito ferro na sua composição — o que a deixa amarga —, para harmonizar, a sugestão é um vinho da uva primitivo (Primitivo di Manduria “Sud” D.O.C – Feudi San Marzano, de 2010, da Puglia), que resulta num vinho levemente adocicado e que equilibra o amargor do pato.

Se você gosta de tomate, o novo menu ainda apresenta os comfort-dishes spaghetti alla chitarra con salsa papa pomodoro e ravioli di mozzarella di bufala al pomodoro e basilico. Pra quem gosta de carne, as novidades são uma tagliata di manzo (finas fatias de filé mignon com rúcula e parmesão) e portafoglio di manzo recheado de queijo taleggio e aspargos.

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O salão da Trattoria Fasano. Imagem: Divulgação

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Fasano, o único restaurante de luxo de São Paulo


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Mal sabe o paraíso que espera um desavisado visitante por trás de uma discretíssima porta no lobby  de um hotel, que poderia ser a de um banheiro. O Fasano é o único restaurante de luxo de São Paulo. Garçons de smoking, ingredientes tradicionais sempre disponíveis (caviar, foie gras, cortes nobres de carne, peixes e frutos do mar fresquíssimos), carta de vinhos importante (com preços que fazem do céu o limite), ambiente imponente, mármores, madeiras, pé-direito alto, teto retrátil, piano ao vivo. Mas não é aquele luxo old-style-com-cheiro-de-mofo. É o atendimento impecável mas caloroso, sem afetações; clássico no sentido de atemporal; e elegantemente atual (mantiveram o smoking, mas não usam mais cloches no serviço). O Fasano poderia estar em Nova York, Londres ou Milão e ainda assim seria incrível.

O Fasano (todos os outros estabelecimentos do grupo viriam depois) não é um restaurante de chef como o D.O.M, o Maní ou o Kinoshita; é um restaurante de restaurateur. Seu estilo reflete a identidade tradicional — conservadora até — e a obsessão por qualidade de Ver Mais →


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Temporada de trufas brancas no Fasano

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Se o clima for favorável (chuva, solo fresco e úmido, temperatura média de 6 graus), a temporada de caça às trufas brancas na Itália vai de meados de outubro a dezembro. E há mais de vinte anos durante a stagione del tartufo bianco, o restaurante Fasano de São Paulo nos oferece muito bons exemplares das trufas brancas de Alba acompanhadas de receitas simples, mas impecavelmente executadas. Alba é uma cidade medieval cercada por colinas e florestas, situada na região do Piemonte, famosa não só por causa desse raro — e indomável — fungo comestível, mas também por seus Barolos e Barbarescos, que harmonizam perfeitamente com a iguaria (para experimentar a combinação, um dos raros exemplos em que ingredientes e vinhos de uma mesma região formam um par perfeito, basta falar com o sommelier do Fasano ;-).

Neste ano, no cardápio elaborado para deixar brilhar a trufa branca, saem da cozinha do chef  Luca Gozzani sugestões de entradas (a R$ 373, com serviço de 13%) e pratos principais (de R$ 530 a R$ 645). (Só não tem sobremesa com trufa.) Para começar, estão o carpaccio de filé mignon com lascas de Grana Padano e o crostino de pão com ovo. Como pratos principais, tem risoto de parmesão, nhoque de batata na manteiga, ravioloni com ovos e ricota, tartare de carne e as costeletas de cordeiro com risoto.

Da minha experiência no Fasano, só senti um pouco de falta da reverência que outros grandes restaurantes do mundo tem pelo tartufo bianco. No Cracco, um dois macarons Michelin em Milão, a trufa é guardada em uma caixa e é apresentada pelo maître — que te inebria abrindo a caixa na sua frente e liberando toda a potência do aroma da trufa concentrada — antes de fatiá-la sobre o prato. O mesmo no Per Se, um três macarons Michelin em Nova York. Durante a temporada, o chef  Thomas Keller oferece a opção de incluir um prato com o tartufo bianco di Alba (acrescentando US$ 150 ao valor do menu-degustação) e também tem um tratamento especial na hora de apresentar a trufa ao cliente e ralá-la sobre o prato. Afinal de contas, estamos lidando com o “diamante da cozinha”, nas palavras do gastrônomo francês do século 19, Brillat-Savarin.

Uma dica importante: é bom ligar para saber exatamente que dia a trufa chega ao Fasano. Ela é um alimento altamente perecível; perde peso e aroma bem rapidamente (e o aroma é TUDO; e bastam cinco dias para ela deixar de encantar). E pagando tão caro por um prato, você não vai querer comer uma trufa que não esteja no seu auge, né?

SERVIÇO
Para saber tudo sobre o Fasano (endereço, horários de funcionamento, preços), basta clicar aqui.

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O risoto de parmesão com lâminas de trufa branca do Piemonte que comi no restaurante Fasano, em São Paulo.

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Trattoria


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A não ser pelos pratos clássicos da Itália central e meridional (Lazio, Campania e Puglia), de trattoria (“taverna” ou estabelecimentos simples que servem massas na Itália), a Trattoria tem pouco. O mais recente empreendimento do Grupo Fasano fica num box  de concreto que lembra um diner  de estrada norte-americano — pé-direito não muito alto, amplo salão, grandes janelas-vitrine, cozinha aparente; elegante, claro, já que é assinado pelo arquiteto Isay Weinfeld, mas poderia estar num deserto do Texas, como a loja da Prada em Marfa by Emlgreen and Dragset. Anexo ao prédio Victor Malzoni, aquele-mais-caro-de-São-Paulo-onde-está-a-sede-do-Google-com-o-vão-gigantesco  da Faria Lima, a atmosfera da Trattoria, com a “caixa de concreto e vidro” anexo a prédio imponente, agradável área externa — cigarro e charuto permitidos — e jardins em volta lembra o Spot Ver Mais →


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Baretto


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Inicialmente na rua Amauri e depois transferido para o hotel Fasano quando de sua inauguração, o Baretto é daqueles bares de hotéis com ambiente sofisticado, ótimos drinks  e boa música que a gente só encontra em Nova York (como o incrível Bemelmans no hotel Carlyle). Intimista (mesmo quando apresenta shows  de cantores famosos como Ney Matogrosso, Vanessa da Mata, Marina Lima, Bebel Gilberto), elegantemente sóbrio e masculino (confortáveis cadeiras e sofás de couro alcaparra com almofadas, iluminação aconchegante, garçons de smoking), civilizado (sem muvucas de qualquer natureza, tão comuns na noite paulistana, e por isso atraindo um público acima dos 30) e saboroso (você pode provar alguns pratos – incluindo massas e risotti – e sobremesas que vêm da cozinha do Fasano, tomar drinks  muito bem preparados – da caipirinha com pinga ao equilibrado Cosmopolitan com Grey Goose ou o dry martini  com gim Hendrick’s – e ainda, ótimos champagnes, whiskies  e vinhos), o Baretto é perfeito para encontrar amigos, Ver Mais →


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