Bath, uma introdução

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Não há melhor jeito continuar sua saga em busca da alma e tradição inglesas que pegar 1h30 de trem a partir da estação Paddington, em Londres, e ir curtir as fontes de água quente — as únicas do Reino Unido, riquíssima em minerais — desta que é uma das cidades mais sofisticadas, famosa nas artes e na literatura, e com uma das histórias mais fascinantes da Inglaterra. A aristocrática Bath, que é cercada por sete colinas, apesar do complexo de termas romanas que datam do século 1, entrou para o circuito de nobres, ricos e famosos durante o reinado dos quatro Georges, da Casa de Hanover, nos séculos 18 e 19. Por isso sua arquitetura georgiana (mas não qualquer  georgiana; uma georgiana neoclássica bem imponente, com inspirações palladianas), que lhe valeu o posto de único lugar do Reino Unido cuja cidade inteira é considerada Patrimônio da Humanidade pela UNESCO.

Foi um príncipe bretão leproso, Bladud (ele teria curado sua lepra ao ter contato com a água quente que brotava da terra), que fundou a cidade em 863 a.C. (pelo menos, conta-se a lenda); foi na Abadia de Bath que o primeiro rei oficial  da Inglaterra, o anglo-saxão Ver Mais →

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