Hotéis-Palace: a distinção máxima da hotelaria francesa

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Desde os anos 1960, a França usava um sistema de classificação de hotéis próprio, que ia de zero a “4 estrelas luxo”. Quando resolveu aderir à classificação internacional (de uma a cinco estrelas; era o único país do mundo que não a utilizava, o que confundia a cabeça dos viajantes), o país que inventou o luxo contemporâneo resolveu não só aderir às cinco estrelas mas também criar uma categoria acima dela. E, apesar do nome que evoca séculos de história e tradição, a distinção Palace, dada pela agência de desenvolvimento turístico do país aos hotéis de excelência à la française, tanto da França continental quanto de seus territórios ultramarinos, só foi criada em 2010 com a mudança do sistema de classificação hoteleira. Os primeiros oito hotéis só receberam a distinção em maio de 2011 e, desde então, o título se transformou numa importante ferramenta de comunicação para os hotéis que fazem parte deste seleto clube (além da placa que ostentam na porta). Todos os Ver Mais →

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Matsuhisa: Comida nipo-peruana no coração do hotel-palácio Royal Monceau

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Sempre que leio que algum chef  de quem gosto está abrindo uma franquia parece uma traição, como se ele tivesse trocando a arte pelo comércio, mais preocupado com o dinheiro que com a qualidade. Mas as boas franquias — aquelas que conseguem manter o padrão — têm um lado bom: para os locais e quem viaja frequentemente e deixa de buscar apenas o que é genuíno e regional, elas permitem experiências familiares em várias partes do mundo. E assim como eu AMO comer os cinnamon rolls  da Cinnabon em Los Angeles ou em Dubai, o Black Cod Saikyoo Yaki 西京焼き (o peixe-carvão-do-pacífico, parente do bacalhau das águas profundas do norte do Oceano Pacífico, de carne adocicada e textura quase amanteigada, marinado no miso  branco, o saikyoo, tradicional de Kyooto, e assado) é desses pratos que nunca será ruim ter por perto, e você o encontra em todos os 32 restaurantes Nobu e oito Matsuhisa espalhados pelo mundo. Apesar de ser um prato tradicional da gastronomia Ver Mais →

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Le Meurice: Localização e gastronomia imbatíveis; mas e os quartos?

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Existe uma distância estilística  não muito esperada entre o térreo do Meurice — com seus maravilhosos restaurantes e bar, alguns dos mais belos e elegantes da capital parisiense — e os andares acima, onde estão os quartos.  A sensação é a de que você está em dois hotéis diferentes, apesar de ter sido reaberto no ano 2000 depois de dois anos fechado para reforma. Se os salões deste hotel mítico, inaugurado em 1835 (ou seja, há quase duzentos anos), foram repaginados de forma muito bem sucedida por Philippe Starck, entregando exatamente  o tipo de ambiente e experiência que a gente espera de um hôtel palace, é como se, de alguma forma, o restante do hotel, todo em estilo Louis XVI, já tivesse envelhecido e se tornado datado (apesar de eu amar demais os banheiros inteiros em mármore — veja as fotos abaixo —, como no Four Seasons de Milão, que, na minha opinião, são atemporais…) O problema também  está em pagar € 1100 por noite, que é praticamente Ver Mais →

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Courchevel: A melhor região e como escolher o seu hotel

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A primeira coisa na qual você precisa se atentar antes de definir o hotel é o seu nível de esqui. Quase todos os hotéis e chalés em Courchevel 1850 são ski in ski out  (têm acesso direto às pistas, sem a necessidade de andar ou pegar carro), mas não adianta ser ski in ski out  se você tiver de pegar uma ladeira íngreme — com o risco de perder o controle da velocidade e se espatifar — para chegar à Croisette, o local central onde ficam os instrutores e de onde saem os teleféricos para todas as pistas, de todos os níveis, de Courchevel e dos Três Vales. Por isso, informe-se antes sobre o nível de dificuldade da pista na saída do ski room  do hotel e a distância do hotel até a Croisette (pergunte se eles têm carros disponíveis, ou navettes, que possam te levar pra lá). Se você for iniciante e se hospedar num hotel ao lado de uma pista azul (o segundo nível de dificuldade, depois do verde, que é o mais fácil), com algumas ladeirinhas assustadoras, não tem jeito: vai ser melhor ir andando com suas botas e Ver Mais →

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Alain Ducasse au Plaza Athénée

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Tirando os bistrots  (Aux Lyonnais, Benoît, Rech) e o restaurante da Torre Eiffel, o Jules Verne, são dois os grandes — e estrelados — restaurantes Alain Ducasse em Paris. Os dois ocupam o térreo de hotéis-palácio (a distinção máxima do luxo na França): o Meurice e o Plaza Athénée, e os dois hotéis pertencem à Dorchester Collection, cujo dono é Hassanal Bolkiah, o sultão de Brunei.

E não há restaurante no mundo com teto mais deslumbrante do que o Alain Ducasse au Plaza Athénée (felizmente eles mantiveram a explosão de cristais, depois de uma reforma completa do hotel que manteve o restaurante fechado por dez meses em 2014). Saíram as toalhas de linho branco sobre as mesas, que ficam descobertas, nuas (uma mudança radicalíssima para um restaurante de alta gastronomia na França); e agora, o prato vem direto sobre o tampo de carvalho (nem um joguinho americano sequer), no design  de Patrick Jouin e Sanjit Manku (os panos só voltam no serviço de café da manhã do hotel, Ver Mais →

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Chineses desafiam o luxo parisiense

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A relação entre o luxo francês e a China não é nova. Luís 14, o Rei Sol, já era apaixonado pelas lacas, sedas e porcelanas chinesas a ponto de construir para si e para a sua amante, a Marquesa de Montespan, o Trianon de Porcelaine, em Versailles. E até recentemente, a relação entre a elite francesa com os chineses ocorria apenas através do consumo de sua cultura, do exótico, com uma imagem extremamente negativa da política e do estilo de vida chinês atual. Mas quando os chineses conseguem se igualar — ou até superar — aos franceses, em sua capital Paris, numa das artes mais caras à sua secular art de vivre: o luxo e a arte de receber, é por que, definitivamente, não dá mais para associarmos essa república socialista às falsificações ou à produção em massa, a custo baixo e sem qualidade. Ou, pelo menos, não apenas. A China parece recuperar o seu papel de dominância, dessa que é uma das civilizações mais antigas do mundo (os primeiros fragmentos da seda que a gente tanto ama datam de 2850 anos antes de Cristo).

Em quatro anos (de 2011 a 2014), Paris recebeu quatro novos hotéis palácio (um seleto grupo de oito propriedades que estão acima dos cinco-estrelas). Os quatro vieram da Ásia. E três, da China (os três de Hong Kong): Mandarin Oriental, Shangri-La e Peninsula (o Royal Monceau, da rede Raffles, é de Cingapura; e o Peninsula, por ter aberto há menos de um ano, ainda não tem oficialmente a distinção, mas com um investimento de mais de meio bilhão de dólares e tendo como base suas outras propriedades em Nova York e Chicago, é só uma questão de tempo). E, apesar de o discurso dos três hotéis ser de que “são hotéis franceses”, tanto o Shangri-La quanto o Peninsula possuem belos restaurantes de comida cantonesa.

Os turistas chineses movimentaram US$ 238 bilhões em 2014, ultrapassaram os norte-americanos e alemães tornando-se os turistas que mais gastam em viagens internacionais, e a França é o primeiro destino dos chineses quando eles decidem se aventurar fora da Ásia. O que explica, em parte, a entrada dos grupos asiáticos, que começam a marcar território na Europa, e, por consequência, o fechamento para reforma de grandes hotéis históricos da cidade, como o Crillon e o Ritz (o Plaza Athénée e o Bristol também passaram por recentes reformas); franceses até a alma. Por que se já era difícil concorrer com os chineses nos preços de produtos industrializados, parece que também não será fácil concorrer com eles quando o assunto é receber bem, na cidade que criou e que é sinônima de luxo.

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Mandarin Oriental Paris

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Não há localização melhor em Paris. E, nisso, o Mandarin Oriental, que apesar de criança já é considerado como um hotel palace  pelo órgão de turismo francês, saiu na frente dos seus rivais orientais (Shangri-La, Peninsula e Royal Monceau). A alguns passos, literalmente, do bar do Costes e do Hemingway (quando o Ritz reabrir), da Colette, do restaurante do Meurice, do chocolate quente do Angelina, das lojas gastronômicas da Madeleine, de todas as joalherias da Place Vendôme e de todas as lojas das marcas mais luxuosas do planeta na própria Saint-Honoré. A 500 metros do Opéra Garnier, da Place de la Concorde, do Musée d’Orsay (cruzando o Jardin des Tuileries, com o Jeu de Paume e o Orangerie no meio do caminho, e o Sena), a 900 metros do Louvre, da Commédie Française, do Palais Royal e do outro lado do rio de Saint Germain-des-Près. Eu poderia enumerar mais 200 nomes de coisas legais que se tem para fazer na região, TUDO A PÉ, sem falar que o hotel Ver Mais →

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Curtinhas dos palácios de Paris

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O hotel Royal Monceau (aquele da Demolition Party ) acaba de se tornar o sexto palace  parisiense, entrando para o seleto grupo de hotéis de excelência (de l’excellence à la française, bien sûr ), título concedido pela agência de desenvolvimento turístico, a Atout France. Assim, segue a lista atualizada dos melhores hotéis de Paris: Meurice (Dorchester), Bristol (Oetker), Plaza-Athénée (Dorchester), Park Hyatt Paris-Vendôme (Hyatt), George V (Four Seasons) e, agora, o Royal Monceau (Raffles).

— Já o Plaza-Athénée faz companhia ao ex-palace  Hôtel Ritz e fecha em outubro, para uma reforma de sete meses. As obras têm como objetivo conectar o prédio principal a quatro outros prédios adquiridos pelo hotel para aumentar sua área em 5500 metros quadrados e construir 14 novos quartos e suítes.

São Paulo, julho de 2013.

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