T Fondaco Dei Tedeschi: Vista de tirar o fôlego de Veneza no posto comercial que resgata a história da Serenissima

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Nas viagens, prefiro sempre passar meu tempo em museus, restaurantes e cafés (acompanhado de livros, revistas, jornais, computador e celular) que em lojas. Mas na cidade que construiu sua glória sendo a ligação comercial entre o Ocidente e o Oriente entre os séculos 13 e 16, talvez faça sentido escrever sobre uma loja que resgata essa herança. Ainda mais 1. se essa loja ocupar uma antiga e gigantesca residência-depósito de um rico mercador de origem alemã construída no século 13 — a maior construção de Veneza com sete mil metros quadrados —  cujo volume de mercadorias representava metade dos impostos faturados pela Sereníssima República de Veneza (por razões de segurança, os comerciantes tinham de armazenar suas mercadorias debaixo de seus olhos); 2. se esse edifício quadradão do ladinho da Rialto no Gran Canale — dá para chegar de barco! — tiver sido redesenhado pelo arquiteto holandês Rem Koolhas, com participação especial de Philippe Starck Ver Mais →

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Fondation Louis Vuitton: A arquitetura eclipsa a arte, mas é um belo passeio ao bosque com a obra de Gehry

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A concorrência é fortíssima. A construção é tão escultural que você não conseguirá apreciar a arte na primeira visita; precisará voltar outras vezes quando talvez a arquitetura ficar mais invisível  na sua cabeça. Com a água caindo por uma escada-cascata em direção ao edifício-caravela projetado por Frank Gehry — que deixa as “escamas” de titânio que marcou seus últimos projetos culturais e agora adota velas de vidro (que “escondem” a estrutura) —, é como se a Fondation Louis Vuitton fosse um barco futurista eternamente navegando pelos jardins do maior parque da cidade, “pulmão” de Paris, antigo terrain  de caça dos reis franceses, o Bois de Boulogne.

Um pouco distante do centro da cidade e no meio de uma floresta urbana, a Fondation tem uma localização inusitada, e o chegar lá faz parte da experiência. A cada quinze minutos e custando € 1 (R$ 4), saem navettes elétricas (um miniônibus que não polui) da avenue de Friedland, em frente a uma das saídas da estação de metrô Charles de Gaulle-Étoile, do Ver Mais →

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Bulgari Milano


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O legal do hotel Bulgari de Milão é que, assim como o Costes em Paris, ele sobreviveu bem àquele período inicial de buzz — ambos já não são mais novidades — e segue ainda sendo frequentado por viajantes sofisticados quando querem um endereço na cidade e pelos locais para tomar um drink (os fins de tarde no jardim são famosos), um chá ou fazer reuniões de negócios curtindo a atmosfera contemporânea e verde do hotel (muitos outros hotéis de luxo pequenos são privés demais para o nosso gosto). O Bulgari se destaca ainda mais na cena hoteleira milanesa quando o Four Seasons e o Principe di Savoia, dois grandes hotéis sempre sinônimos de luxo, ficam para trás com quartos de decoração datada e cobrando preços semelhantes (a competição fica ainda mais acirrada com a chegada do Mandarin Oriental em julho de 2015).

O selo, que leva a marca da centenária empresa famosa por suas joias (hoje parte do Grupo LVMH) e já tem três filiais (Milão, Londres e Bali), é administrado pela Marriott (sendo o Bulgari e o Ritz-Carlton os selos mais sofisticados do grupo). Tem ótima localização (fica Ver Mais →


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Épernay


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Assim como Reims, Épernay (que está a dez minutos de carro de Hautvillers) está cheia de crayères. São mais de 100 quilômetros de caves subterrâneas nesta elegante cidadezinha de 24 mil habitantes que é a sede das grandes maisons de champagne Pol Roger, Perrier-Jouët, Moët & Chandon, entre outras produtoras menores. (E eu adoro a maneira como os cidadãos daqui são chamados: quem nasce em Épernay é “Sparnaciens”.)

A Moët & Chandon é a única grande maison  aberta para visitação (super organizada, profissional e elegante), mas vale uma rápida promenade  pela Avenue de Champagne, começando pela Place de la République, com seus casarões clássicos, incluido a Moët, que, entre vinhos, uísques, rums, conhaques e vodcas, é a maior marca de bebidas do conglomerado de luxo LVMH (Louis Vuitton Moët Hennessy).

Dentre as maisons de champagne  que fazem parte da LVMH ainda estão a Dom Pérignon, a Veuve Clicquot, a Krug, a Mercier e a Ruinart. Ou seja, apesar de a maioria dos vinhedos da Champagne não pertencerem às maisons (geralmente cooperativas de plantadores vendem suas uvas às casas de champagne), somando todas as marcas do conglomerado faz com que a LVMH sozinha tenha mais de 2500 hectares de vinhedos na região. Ver Mais →


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