Guanahani: O hotel mais completo de Saint-Barth (com a cartela de cores mais linda e o papel higiênico mais macio de todos os tempos)

Notice: Undefined variable: site in /var/www/wp-content/plugins/adrotate-pro/adrotate-output.php on line 305 Notice: Undefined variable: site in /var/www/wp-content/plugins/adrotate-pro/adrotate-output.php on line 398

Nenhum outro hotel em Saint-Barth possui DUAS praias privativas (entre as mais belas da ilha, partes de uma reserva natural), duas piscinas para os hóspedes (sem contar todas as outras privativas que fazem parte das villas  mais caras), dois restaurantes, spa  Clarins com piscina mais tranquila e direito a animal de estimação (o Oscar, uma iguana de 1,5 metro de comprimento), quadras de tênis, e 67 quartos e villas  decorados na mais bela cartela de cores da ilha — e talvez do Caribe (turquesa, amarelo, laranja, marinho e lavanda, sem falar das icônicas toalhas de praia em amarelo e branco e do belíssimo projeto de comunicação visual; tive de trazer toda a papelaria do quarto na mala). E, atendendo aos diversos estilos de viagem — a dois, família com filhos (eles têm programas para crianças o ano todo, com exceção dos meses de setembro e outubro, quando o hotel fecha), entre amigos e/ou fitness-addicts  (além da academia com vista para o mar e toda a estrutura para esportes de praia, tem ainda aulas de yoga com professor gato  pelas manhãs, ou no spa  ou no deck sobre o mar da Baía de Marigot), o Guanahani é, sem dúvida, o hotel mais completo de Saint-Barth.

A NATUREZA E AS PAISAGENS COMPENSAM A DISTÂNCIA

O Guanahani, junto com o Eden Rock, é um dos hotéis originais de Saint-Barth, mas acaba de passar por uma reforma que custou US$ 40 milhões. Inaugurado em 1986 {saiba mais sobre a história da ilha, clicando aqui} e, diferentemente do hotel que hoje pertence à Oetker Collection (o Guanahani segue sendo um hotel independente), ele está localizado no nordeste da ilha, do lado oposto ao da capital Gustavia, o que pode ser um problema Ver Mais →

VEJA MAIS


shoichi.simonde@gmail.com


Saint-Barth: O melhor jeito de chegar, quando ir, quanto tempo ficar; TUDO o que você precisa saber

Notice: Undefined variable: site in /var/www/wp-content/plugins/adrotate-pro/adrotate-output.php on line 305 Notice: Undefined variable: site in /var/www/wp-content/plugins/adrotate-pro/adrotate-output.php on line 398

Chegar não é muito fácil. Espremida entre uma colina e o mar (a linda Baía de Saint-Jean, uma das principais praias da ilha), a pista de pouso do aeroporto de Saint-Barth [SBH] tem apenas 650 metros de comprimento (veja foto abaixo; para efeitos de comparação, um Boeing 737-300 precisa de 2000 metros de pista para pousar; um Boeing 777, de 2700 metros de pista…). Ou seja, só aviões bem pequenos com capacidade para, no máximo, dez passageiros conseguem pousar aqui. E sendo quase toda a pequena ilha de Saint-Barthélemy uma reserva natural, não existe a menor possibilidade de se aumentar o porto de Gustavia (os grandes iates ficam todos no mar, fora da marina, e os grandes navios não têm permissão para aportar) ou de se aumentar a pista de pouso — que não tem como ser expandida, por conta das barreiras naturais — ou construir um novo aeroporto, o que torna o turismo de massa uma realidade improvável neste pedaço de primeiro mundo no Caribe.

DO BRASIL PARA SAINT-BARTH: DUAS ESCALAS, NO MÍNIMO

A opção mais rápida — e mais fácil para quem não tem visto americano — é ir de Copa Airlines com escala de apenas 45 minutos no Panamá (em 11 horas você estará pousando no Princess Juliana, em Sint-Maarten, a ilha vizinha mais próxima de Saint-Barth). Mas, apesar de a Copa oferecer uma classe executiva (não muito boa), eu acho desconfortável fazer um voo de sete horas, Guarulhos-Panamá, num Boeing 737, que é narrow-body  (só tem um corredor e é o avião com que a Gol, que Ver Mais →

VEJA MAIS


shoichi.simonde@gmail.com


Saint-Barth: A ilha branca e bilionária do Caribe, onde a principal atividade econômica não é o turismo

Notice: Undefined variable: site in /var/www/wp-content/plugins/adrotate-pro/adrotate-output.php on line 305 Notice: Undefined variable: site in /var/www/wp-content/plugins/adrotate-pro/adrotate-output.php on line 398

Três horas e meia de voo e apenas uma hora de diferença de fuso horário separam o rigoroso inverno nova-iorquino de fevereiro do verão-o-ano-todo de Saint-Barthélémy, essa ilhota de vegetação árida — e de praias menos bonitas que as das ilhas vizinhas, preciso dizer —, que se transformou no porto seguro de algumas das pessoas mais ricas e famosas do mundo (seguidas dos alpinistas sociais), onde o turismo de massa não tem vez (nem as grandes redes de hotéis de luxo estão aqui). São Bartolomeu — assim como Saint-Tropez vira para os franceses, que adoram diminutivos, “Saint-Trop”, Saint-Barthélémy é “Saint-Barth”, ou ainda, em inglês, “St. Barts” — não só é território francês mas praticamente a extensão da Côte d’Azur no Caribe (não raro você vai encontrar os mesmo superiates aportados em Cap d’Antibes em junho e aqui durante o inverno no hemisfério norte). Porque se chegar à França metropolitana — Paris, depois Marseille — para começar a viagem pela Riviera Francesa é se deparar com gente de todas as cores, roupas, etnias, línguas e culturas, basta sair da cidade mais antiga do país Ver Mais →

VEJA MAIS


shoichi.simonde@gmail.com


SIGA A SIMONDE

Interaktiv