Whitney Museum: Quando artistas norte-americanos discutem os problemas e os valores da América

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O poder econômico de um país sempre atrai a atenção do mundo para sua produção artística. Assim como já há alguns anos existe um interesse do mercado por obras de árabes e chineses, o mesmo ocorreu com os Estados Unidos ao longo do século 20, desde quando eles passaram a integrar o panteão das potências globais após a Primeira Guerra Mundial (1914-1918; é preciso lembrar que os novos milionários americanos já compravam o melhor da arte europeia a preços exorbitantes na virada do século 19 para o 20). Mas, apesar da importante coleção formada exclusivamente por arte contemporânea do país que segue sendo a maior potência econômica e militar do mundo — nenhuma outra instituição de arte possui tantas obras de Edward Hopper, o pintor que é para os EUA o que Picasso é para a Espanha —, o Whitney foi durante décadas o patinho feio dos Big Four dos grandes museus nova-iorquinos (Metropolitan, MoMA e Guggenheim). Fundado em 1931 pela escultora, herdeira e colecionadora de arte Gertrude Vanderbilt Whitney, originalmente Ver Mais →

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