Mandarin Oriental, New York: Quando a relação entre a localização de um hotel e o destino consegue ser perfeita

Se a principal preocupação — e o maior desafio — de toda rede internacional de hotéis de luxo é encontrar um lugar especial nos destinos mais disputados do mundo para instalar sua bandeira, é preciso dizer que o Mandarin Oriental de Nova York, exatamente na linha que separa Midtown do Upper West Side, em frente ao Columbus Circle (acho que a única rotatória da cidade!), está, sem qualquer dúvida, na melhor localização de Manhattan para o viajante; e é o mais bem localizado dos Mandarin que conheço (e, olha, que a localização de quase todos os outros é excelente). O hotel aberto em 2003 oferece tudo o que a gente pode esperar-precisar-desejar  (com algumas poucas ressalvas que você lê mais abaixo): 1. vista incrível para o Central Park, que custa geralmente US$ 200 (essa é a diferença no preço das diárias entre os quartos voltados para o parque e os com vista para o Rio Hudson), e vale toda a pena; se não fosse o Trump Tower atrapalhando  na frente, ela seria ainda mais absurda; 2. acessibilidade, a 100 metros planíssimos da estação de Ver Mais →

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Empório Frutaria: Ótimo vegetariano (com algumas opções orgânicas) e mercadinho saudável que nunca fecha

Se depender dos restaurantes saudáveis de São Paulo, vegetarianos e veganos só almoçam, não jantam (das dezenas de restaurantes vegetarianos na cidade, só o Banana Verde abre para jantar; confira o guia Simonde de restaurantes vegetarianos e vegetarian-friendly  da capital paulista, clicando aqui). Mas o bom é que o Empório Frutaria, com muitas opções saudáveis e vegetarianas, fica aberto todos os dias, o dia todo, das 10h à meia-noite, e a gente não precisa ficar se preocupando com o horário para saber se está aberto ou fechado. E eu não consigo hoje pensar em salada mais saborosa, funcional — termo do momento para alimentos ricos em nutrientes que estão associados com a diminuição dos riscos de algumas doenças crônicas — e bem montada e agradável de comer. Feita com kale  (a irmã mais nutritiva da couve), alface, brócolis, grão-de-bico, couve-flor, mirtilo desidratado e pistaches torradas, tudo picadinho e misturado, a salada Detox é viciante (e cheia de vitamina A, B9, C, K, cálcio, magnésio, glicosinolato, Ver Mais →

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Taiti e suas ilhas: Quando ir, o melhor jeito de chegar (e de viajar entre ilhas), os hotéis e quanto custa viajar para um dos destinos mais fascinantes do mundo

Quando eu morava em Londres no fim dos anos 1990, me sentia no centro do mundo. A duas horas e quinze minutos de Paris com o Eurostar, a três horas e meia de Nova York voando Concorde, a 12 horas de voo de Tóquio ou de São Paulo. Mas depois de ver ingleses e franceses reclamando da distância e do tempo de viagem (comum para nós, brasileiros, em qualquer viagem para a Ásia), percebi que a Polinésia Francesa está longe para todo mundo… E até entre os polinésios. As 118 minúsculas ilhas que formam esta coletividade ultramarina da França (o mesmo status têm as ilhas caribenhas Saint-Barth e Saint-Martin) estão espalhadas pelo Oceano Pacífico ocupando uma área maior que o continente europeu. Isso quer dizer que para ir do Taiti, a maior e principal ilha da Polinésia Francesa, onde fica a capital Pape’ete, para Nuku Hiva, no arquipélago das Marquesas, onde está a Polinésia em seu estado mais rústico, você vai passar quatro horas  no avião! (Já um voo entre Mangareva, uma das ilhas mais ao sul e com uma população de apenas 1.200 habitantes, e Ver Mais →

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