Jun Sakamoto: Um dos melhores e mais cerimoniosos sushi de São Paulo (mas que serve salmão chileno de cativeiro)

O endereço é um só — uma casinha na rua Lisboa quase esquina com a Rebouças, sem nome e com o portão fechado, ou seja, praticamente invisível — e, apesar de contar com apenas 36 lugares, é como se fossem dois restaurantes em um. No primeiro, a experiência mais exclusiva: apenas de segunda a sexta (apesar de o restaurante também abrir aos sábados), oito pessoas ocupam parte do balcão, para começar a jantar, juntas, às 20h, provando exatamente o mesmo omakase  (menu-degustação) de 16 etapas, formado principalmente por sushi, dois ou três pratos quentes e uma sobremesa (atenção: reservas são obrigatórias, mesmo que você chegue e o balcão esteja vazio). E são elas — e apenas elas — que serão atendidas pelo itamae  Jun Sakamoto, o precursor da alta gastronomia japonesa no Brasil, quando decidiu seguir voo solo com a abertura desse mesmo restaurante em 2000, depois de passar por restaurantes japoneses em São Paulo (Yayoi, Komazushi, Nagayama, Flying Sushi), Rio de Janeiro (Sushi Leblon) e Nova York (Shinbashi). Já no segundo- Ver Mais →

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Gastronomia: Um dos grandes diferenciais dos cruzeiros de luxo #publi

Minha grande decepção com cruzeiros em navios grandes foi a comida sempre bem mediana, quando não medíocre (não é tão ruim quanto comida de avião, no entanto). E como raramente conseguimos jantar em terra, quando chega o quarto ou o quinto dia, vai batendo aquele desespero e vontade de comer comida de verdade.  Nos cardápios de sobremesa, por exemplo, tanto o cheesecake  de manga com coco como o parfait  de chocolate têm o mesmo sabor de um creme gorduroso (e eu desafio você a identificar os sabores da manga e do coco citados na descrição). Com relação às pizzas, que nos salvam muitas vezes da fome quando você perde o jantar porque o horário é fixo — e são eles que decidem que horas, em qual mesa e até em quais cadeiras você vai jantar, e pode ser que você não consiga jantar um único dia com familiares e amigos —, apesar de boas e das quatro ou cinco opções de sabores, só se sente o sabor da massa com molho de tomate e uma sujeira de queijo. Sem falar no serviço impessoal e na falta de opções saudáveis. Já nos navios menores e megaiates luxo, a história é completamente  diferente: até por conta da menor quantidade de passageiros (no máximo 600 por navio, contra 4.000, 5.000 dos navios maiores), além da liberdade de se poder jantar a qualquer hora e sem lugares marcados, companhias Ver Mais →

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