About Shoichi Iwashita

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Posts by Shoichi Iwashita:

Virtuoso: A associação de agências de turismo que oferece benefícios exclusivos para viajantes de luxo

Se o luxo é caro porque é exclusivo, raro e único, o que a Virtuoso conseguiu no mundo das viagens de luxo foi justamente conquistar uma escala global que permite oferecer a viajantes sofisticados benefícios exclusivos através de sua rede que conta com 1.000 agências, 12.500 consultores de viagem (bastante comum nos Estados Unidos) — que, juntos, faturaram US$ 23,7 bilhões em 2017 —, e quase 1.700 hotéis, cruzeiros e prestadores de serviço associados, presentes em 50 países. É o crème de la crème do turismo de luxo mundial. Pense em café da manhã para duas pessoas ao longo da estadia, upgrades  de quarto, vouchers  de US$ 150 para serem usados no restaurante ou no spa  do hotel, diárias cortesia, early check-in, traslados e tarifas exclusivas (não tudo junto, no entanto; saiba como encontrar sua agência Virtuoso ao fim da matéria).

Apesar de a tecnologia ter feito com que muitos viajantes fechem suas viagens de forma independente, sem intermediários (seja diretamente pelos sites  e aplicativos de companhias aéreas e hotéis ou através de plataformas como o Booking, o que sempre levanta a discussão sobre a função dos agentes de viagem no século 21), a dinâmica do mercado de viagens de luxo segue ainda baseada na relação de confiança entre viajantes e seus agentes de Ver Mais →

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Três lindos cruzeiros de luxo para um fim de ano mais que especial #publi

Para quem correu o ano inteiro, o fim de ano é uma época que representa a possibilidade de relaxamento, reflexão e preparação para o novo ano que começa. E, para isso, nada melhor que viajar em um cruzeiro de luxo, acordando a cada dia com uma paisagem diferente no conforto da cabine, sem precisar enfrentar estradas, trens e aeroportos lotados, e o mais importante: bastando arrumar e desfazer as malas apenas uma vez (muitas vezes contando com a ajuda de um mordomo). Hoje, você confere três saídas bastante especiais — e completamente distintas — de três companhias de cruzeiros reconhecidas pela excelência no serviço e na gastronomia (coisas que navios muito grandes simplesmente não conseguem entregar).

SEABOURN: FIM DE ANO ENTRE O VERÃO SUL-AMERICANO E O INVERNO ANTÁRTICO

seabourn-cruzeiros-cruise-qualitours-quest-viagens-de-luxo-1200-2seabourn-cruzeiros-cruise-qualitours-quest-viagens-de-luxo-1200-1Imagine viver o alto verão de Buenos Aires, Punta del Este e Santiago e o mais rigoroso inverno antártico em uma mesma e fascinante viagem. Considerada a melhor das companhias de cruzeiros de luxo, o cruzeiro da Seabourn parte no dia 20 de dezembro de 2018 de Buenos Aires, para depois seguir para Punta del Este, no Uruguai, em uma viagem de 24 dias. Aí, o navio Seabourn Quest, com apenas 229 suítes (todas com vista para o mar) e restaurante assinado pelo chef  Thomas Keller do Per Se a bordo, desce para 15 dias na Antártica, para depois subir pelo estreito de Beagle, visitar a Patagônia Ver Mais →

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Park City: Os hotéis para você aproveitar ao máximo esse destino de esqui cheio de história e personalidade

Das mais de vinte opções de hotéis — além das casas disponíveis para locação —, nesta matéria você confere as três opções de hospedagem que conhecemos em Park City, essa que é a maior estância de esqui dos Estados Unidos, com 256 quilômetros de pistas; e o melhor: repleta de história e personalidade {saiba tudo sobre Park City, clicando aqui}. Para quem vai esquiar, é preciso saber que existem duas bases de onde saem os teleféricos e telecadeiras para as montanhas: Mountain Village e Canyons Village. Nessas duas bases, você encontra não só os hotéis considerados ski-in-ski-out  da cidade, mas também as plazas, onde estão agrupadas as lojas de aluguel e escola de esqui, cafés, restaurantes, banheiros, serviços (diferentemente de Courchevel, todos os hotéis ski-in-ski-out  de Park City estão na base das montanhas e não nos percursos).

Mountain Village está praticamente no centro da cidade, a menos de um quilômetro da Main Street, e é a base perfeita para esquiadores iniciantes pois praticamente todas as pistas verdes de Park City estão acessíveis apenas daqui.Canyons Village está mais afastada — a 8 quilômetros (10 minutos de carro) da Main Street —, mas é onde se concentram os Ver Mais →

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Park City: A cidade bilionária que perdeu tudo e se tornou um dos mais interessantes – e completos – destinos de ski do mundo

Esquiar e se deparar com construções de madeira e de ferro abandonadas do século 19 no meio das montanhas (uma paisagem única entre os resorts  de esqui no mundo), imaginando que existem dois mil quilômetros de túneis subterrâneos (!) a uma profundidade de até duas vezes o tamanho do Empire State Building por baixo das pistas (!!), e se deparar com grafites de Banksy pelas ruas do centrinho histórico da cidade, são apenas algumas  das emoções que se têm em Park City, essa cidade fundada em 1884 durante a “corrida para o Oeste” graças à descoberta de enormes minas de prata (fonte de riqueza de dezenas de fortunas dos Estados Unidos; entre elas, a da família Hearst). E viajar para Park City é isso: se aventurar por 256 quilômetros de pistas, a maior área esquiável dos Estados Unidos, administradas pela Vail Resorts (a mesma de Vail, Beaver Creek, Whistler Blackcomb, e Ver Mais →

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Evvai: Pupilo de Salvatore Loi, chef Luiz Filipe entrega a mesma elegância de uma gastronomia italiana autoral (e com preços mais convidativos)

O chef  Luiz Filipe Souza nem chegou aos 30 anos de idade, mas experiência (relevante)  na gastronomia italiana não lhe falta. Ele foi pupilo de Salvatore Loi por oito anos, passando pela cozinha do restaurante Fasano, e depois nas incursões individuais do chef  no Girarrosto (fechado), no Loi Ristorantino (hoje só “Ristorantino”) e no Salvatore Loi, na Rua Joaquim Antunes, espaço que Luiz Filipe assumiu quando Loi deixou a sociedade para abrir o Mondo, e que hoje é o Evvai: seu primeiro e já bem sucedido voo solo. Se a versão renovada do endereço manteve o nível da elegância, do serviço e da cozinha — que está cada vez mais consistente —, a grande — e bem-vinda — diferença entre o antes e o depois está nos preços mais convidativos (pense em um menu-degustação de sete etapas que custa R$ 195), o que faz com que o Evvai seja excelente opção para um jantar gastronômico por Ver Mais →

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Enoteca Saint Vin Saint: Com décor bourgeois-bohème, o único restaurante sustentável 100% orgânico de São Paulo

Toda vez que pergunto a restaurantes com discurso local-saudável-sustentável se todos os ingredientes do cardápio são orgânicos, as repostas são sempre cheias de reticências, um “é complicado…” ou “nem sempre, só quando a gente consegue…”  E atenção, pois mesmo restaurantes certificados com o selo “Orgânico” não precisam usar apenas ingredientes sem agrotóxicos para conseguir o selo. Mas a chef  e sommelière  Lis Cereja nos mostra que, apesar de dar muito mais trabalho, é possível sim, e faz da sua Enoteca Saint Vin Saint o único restaurante 100% orgânico, sustentável e zero lixo de São Paulo. E é tão coerente, tão redondo, que o conceito ultrapassa os pratos e abrange também os copos: sua carta de vinhos, com mais de 150 rótulos, é inteiramente composta por vinhos naturais, orgânicos e biodinâmicos produzidos por pequenos vinhateiros. Vinhos feitos com Ver Mais →

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Chef Rouge: Um dos restaurantes mais elegantes e agradáveis de São Paulo, agora com bar Louis Roederer e consultoria da Ducasse Conseil

O Chef Rouge é um dos restaurantes mais agradáveis e elegantes de São Paulo, e um dos últimos bons restaurantes de restaurateurs  da cidade (junto talvez com os de Rogério Fasano, depois da decaída recente dos restaurantes do Marcelo Fernandes, do Attimo ao Kinoshita). No coração dos Jardins, o restaurante que já completou 25 anos — e abre aos domingos para jantar #amo — conta com três ambientes distintos que entregam experiências totalmente opostas: uma varanda coberta, com duas árvores frondosas decoradas com orquídeas cujas copas ultrapassam a cobertura (onde gosto de almoçar); um salão mais formal, com espelhos, boiseries  e aquela iluminação que deixa tudo e todos mais bonitos (onde prefiro jantar); e ainda um salão-quase-privativo  no primeiro andar, com uma grande mesa, perfeito para aqueles almoços e jantares de Ver Mais →

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Ryo Gastronomia: Um dos melhores restaurantes – não só japoneses – de São Paulo

Em vários dos bons restaurantes japoneses de São Paulo (Shinzushi, Kan, Kinoshita) é possível pedir um omakase, a versão nipônica do menu-degustação, uma sequência de pratos frios e quentes — do sashimi  ao tempura, passando por outras receitas menos óbvias — que pode levar o nome de kappo  ou kaiseki ryoori  {como a definição dos termos não é muito clara, fiz um vídeo explicando a diferença entre eles, que você confere clicando aqui}. Mas o Ryo Gastronomia, do itamae  Edson Yamashita (ex-Sushi Kan, no Japão; ex-Shinzushi), é um restaurante que, apesar de ter opções à la carte (só nas mesas, não no balcão), tem como grande diferencial ser essencialmente kaiseki; conceito materializado através de quatro opções de menus-degustação. No balcão, de frente para o itamae, a única opção é a experiência mais especial, o omakase do chef, R$ 350 por pessoa. Já Ver Mais →

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Awasi Iguazu: Nível de exclusividade, gastronomia e serviço sem precedentes em sua visita às Cataratas do Iguaçu

Para o viajante acostumado com o melhor, é quase sempre um desafio explorar algumas das paisagens naturais mais exuberantes do mundo, seja pela dificuldade de acesso, pela falta de fornecedores confiáveis (principalmente no quesito segurança), ou ainda, pela quantidade de turistas disputando espaço para selfies, o que sempre tira um pouco da beleza da paisagem. E, quando o assunto são as Cataratas do Iguaçu (ou Iguazu, em espanhol, já que estaremos do lado argentino do parque nacional), o mais espetacular conjunto de cataratas da Terra, é impossível pensar em forma mais perfeita de viver o destino — muito além das quedas d’água, preciso dizer — depois de se hospedar no Awasi Iguazú, um Relais & Château no meio da selva, da Mata Atlântica em seu estado original (restam apenas 5% desse bioma; todo o resto foi destruído por nós). {Veja todas Ver Mais →

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O Banquete: Um retrato indigesto do cinismo e da perversidade que pode permear as relações humanas, no novo filme de Daniela Thomas

Na minha juventude fui apaixonado pelos filmes do diretor francês François Ozon que se passavam inteiramente em um único ambiente, como Gouttes d’Eau Sur Pierres Brûlantes (de 1999) e Huit Femmes (de 2001, com um elenco formado pelo panteão das atrizes francesas; pense em Fanny Ardant, Isabelle Huppert, Emmanuelle Béart e Cathérine Deneuve juntas). A relação entre os sempre poucos personagens “presos” naquele cenário do lado de lá da tela, e nós, de cá, na caixa escura do cinema, por uma, duas horas, possui aquele capacidade mágica de nos transformar em moscas voyeurs  quase oniscientes sobre a realidade e as emoções daqueles que compõem a narrativa. Um exercício desafiador para o diretor, o roteirista, o fotógrafo… Mas bem interessante para nós, espectadores.

Se os filmes do Ozon beiravam o kitsch, o novo filme de Daniela Thomas, O Banquete, é, como Clarice Lispector se referia à vida, um “soco no estômago”. O choro de Nora (em atuação primorosa de Drica Morais) que abre o filme, diante de sua mesa de jantar elegantemente montada, vazia, aguardando os convidados da noite, é como um Ver Mais →

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