As Bodas de Fígaro

As duas primeiras peças que compõem a trilogia de Pierre Beaumarchais, 1. O Barbeiro de Sevilha e 2. O Matrimônio de Fígaro, se transformariam em óperas conhecidas mundialmente: O Barbeiro de Sevilha duas vezes, primeiro por Giovanni Paisiello e depois por Gioachino Rossini (que é a versão mais famosa), e O Matrimônio, que recebeu o título de As Bodas de Fígaro e seria uma das obras-primas do repertório operístico de Mozart (a terceira, La Mère Coupable, também viraria ópera de Darius Milhaud). Apesar da censura ao texto de Beaumarchais em Viena (a cidade ainda fazia parte do Sacro Império Romano-Germânico, antes mesmo do Império Austríaco e do Império Austro-Húngaro), o bem articulado libretista italiano Lorenzo da Ponte retiraria as partes ofensivas à monarquia, à religião e à ordem pública e conseguiria a aprovação do libretto com o Imperador José II antes mesmo de Mozart começar a trabalhar a música desta opera buffa (ópera cômica), — apesar dos esforços de sabotagem de Antonio Salieri, o arqui-inimigo de Mozart na corte. Com sua estreia em Viena, Ver Mais →

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