Padoca do Maní: Café da manhã o dia todo, e pães e bolos e sucos e comidinhas do jeito que a gente gosta

Com apenas 24 lugares sentados, é bem prudente evitar os fins de semana pela manhã, a não ser que você não  acorde com fome e não  se importe em ficar esperando trinta minutos ou uma hora por uma mesa, em pé, na calçada, sem lista de espera. Durante a semana, para tomar café da manhã de manhã  (quando os restaurantes da Joaquim Antunes ainda estão fechados para almoço e os manobristas ainda não estão trabalhando), também vai ter problema para parar o carro: a Padoca do Maní não tem serviço de manobrista, não tem estacionamento próximo, a estação de metrô mais próxima é a Fradique Coutinho (a 700 metros), é proibido parar o carro na movimentada rua e, nas ruas adjacentes, as vagas são concorridas (você vai precisar dar voltas e mais voltas). Parar o carro é um motivo de estresse já na chegada (e com fome, a irritação aumenta ainda mais). Por isso, o melhor jeito de chegar à Padoca do Maní é de táxi ou Uber. {Conheça o manifesto Simonde do café da manhã perfeito, clicando aqui.}

Mas uma vez lá, durante a semana e com uma mesa, é só se deixar apaixonar pelo ambiente, pelas comidinhas expostas no pequeno salão — bolos, salgados e pães, tudo feito na casa — e pelo café da manhã (ou da tarde) mais charmoso de São Paulo. No cardápio, Ver Mais →

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As padarias parisienses e o não café da manhã

Você leva a sua listinha com as melhores padarias de Paris — a maioria nos arrondissements  mais periféricos —, acorda e, achando que pão rima perfeitamente com café da manhã, em vez de tomá-lo no hotel, vai até um dos endereços premiados para sua primeira refeição do dia, atrás do melhor pão do mundo. O resultado? Decepção. Não por causa dos pães (porque realmente não tem igual), mas por que as boulangeries  em Paris — e quase em todo o mundo, na verdade — em nada  lembram as instituições onipresentes que são as nossas maravilhosas padarias, que fazem e vendem de tudo, até pão. Porque padaria em Paris — a não ser que seja uma boulangerie-pâtisseriesó vende pão. Nada mais. Com raríssimas exceções, não vai ter mesa, cadeira ou balcão para se sentar; não vai ter aquele chapeiro amigo que vai pegar aquele pão delicioso e fazer o sanduíche com os ingredientes e do jeitinho que você gosta; não vai ter suco de todas as frutas preparados na hora; não vai ter café, nem queijo, nem uma manteiguinha; e não vai estar aberta todos os dias, de Ver Mais →

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O café da manhã perfeito

Quando o assunto é café da manhã, não há nada mais incrível no mundo  que nossos queridos chapeiros, personagens centrais das padarias paulistanas, essas instituições facilmente encontradas em cada esquina. Junto com gigantesca oferta de ingredientes, eles são rápidos e acessíveis, montam o sanduíche do jeito que a gente quiser (mais ou menos queijo ou manteiga, tomates cortados fininhos, “pode muçarela em vez de queijo prato?”, eu sempre pregunto), e junto com os sucos e vitaminas (o leite pode ser integral ou desnatado, com ou sem aveia) e o espresso  nosso de cada dia, fazem com que sejamos muito mimados e encontremos bastante dificuldade em ter a mesma atenção em cafés da manhã pelas ruas de cidades como Paris ou Nova York. {Leia sobre as padarias parisienses e não-café-da-manhã, clicando aqui.}

Mas é quando o assunto é ambiente e a qualidade — principalmente de pães e café (pois frequentar Paris e Nova York também nos deixa mal acostumados com suas baguettes  de crostas finas e crocantes e som inconfundível durante a mordida e espressi  e latti  tirados Ver Mais →

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