Chef Rouge: Um dos restaurantes mais elegantes e agradáveis de São Paulo, agora com bar Louis Roederer e consultoria da Ducasse Conseil

O Chef Rouge é um dos restaurantes mais agradáveis e elegantes de São Paulo, e um dos últimos bons restaurantes de restaurateurs  da cidade (junto talvez com os de Rogério Fasano, depois da decaída recente dos restaurantes do Marcelo Fernandes, do Attimo ao Kinoshita). No coração dos Jardins, o restaurante que já completou 25 anos — e abre aos domingos para jantar #amo — conta com três ambientes distintos que entregam experiências totalmente opostas: uma varanda coberta, com duas árvores frondosas decoradas com orquídeas cujas copas ultrapassam a cobertura (onde gosto de almoçar); um salão mais formal, com espelhos, boiseries  e aquela iluminação que deixa tudo e todos mais bonitos (onde prefiro jantar); e ainda um salão-quase-privativo  no primeiro andar, com uma grande mesa, perfeito para aqueles almoços e jantares de Ver Mais →

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Gastronomia: Um dos grandes diferenciais dos cruzeiros de luxo #publi

Minha grande decepção com cruzeiros em navios grandes foi a comida sempre bem mediana, quando não medíocre (não é tão ruim quanto comida de avião, no entanto). E como raramente conseguimos jantar em terra, quando chega o quarto ou o quinto dia, vai batendo aquele desespero e vontade de comer comida de verdade.  Nos cardápios de sobremesa, por exemplo, tanto o cheesecake  de manga com coco como o parfait  de chocolate têm o mesmo sabor de um creme gorduroso (e eu desafio você a identificar os sabores da manga e do coco citados na descrição). Com relação às pizzas, que nos salvam muitas vezes da fome quando você perde o jantar porque o horário é fixo — e são eles que decidem que horas, em qual mesa e até em quais cadeiras você vai jantar, e pode ser que você não consiga jantar um único dia com familiares e amigos —, apesar de boas e das quatro ou cinco opções de sabores, só se sente o sabor da massa com molho de tomate e uma sujeira de queijo. Sem falar no serviço impessoal e na falta de opções saudáveis. Já nos navios menores e megaiates luxo, a história é completamente  diferente: até por conta da menor quantidade de passageiros (no máximo 600 por navio, contra 4.000, 5.000 dos navios maiores), além da liberdade de se poder jantar a qualquer hora e sem lugares marcados, companhias Ver Mais →

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