Fasano Belo Horizonte: Com Gero e Baretto “importados” de São Paulo, finalmente um bom hotel na capital das Minas Gerais

Uma das maiores capitais do Brasil (que atrai hoje viajantes do mundo todo por conta de Inhotim), Belo Horizonte sofria com a falta de bons hotéis. O histórico Ourominas — hoje, afastado dos lugares mais legais da cidade — está datado, e a oferta de quartos estava restrita aos hotéis corporativos do bairro Savassi, esses de rede sem qualquer charme ou identidade.

Mas, inaugurado em outubro de 2018, o Fasano Belo Horizonte se tornou não só o endereço oficial de brasileiros e estrangeiros quando na capital das Minas Gerais, mas com o Lobby Bar, o Baretto e o Gero importados  de São Paulo (o primeiro Gero dentro de um hotel), já é também frequentado pela jeunesse dorée  mineira, aquela com nome-e-sobrenome-filha-de-não-sei-quem  (uma característica marcante da sociedade daqui); que é o grande êxito de um hotel: quando ele cria vida ao conseguir ser relevante não só para os viajantes como também para os Ver Mais →

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O guia definitivo do tiramisù em SP, como deve ser, onde comer e o que tomar junto

A primeira vez que comi tiramisù  não foi na Itália, mas em Londres. Tinha lido em alguma revista que a princesa Diana adorava a sobremesa do San Lorenzo, uma tradicional osteria  em Knightsbridge, e foi lá que eu me apaixonei. Desde então, essa sobremesa de origens conflitantes se popularizou não só no Brasil, mas em todo o mundo. Uns dizem que essa receita de ingredientes comuns e sabores simples — só leva biscoito, gemas, açúcar, café, queijo mascarpone e chocolate — foi criada no século 17 em Siena, na Toscana, para o grão-duque Cosimo III de Médici. Outros, que nasceu no Vêneto: numa versão da história, para o famoso escritor-conquistador-libertino-colecionador-de-mulheres  Giacomo Casanova. E tem ainda a de que ela teria sido criada para as cortesãs dos bordéis vênetos que precisavam de um alimento rico em energia  para enfrentar as longas noites de trabalho (tiramisù quer dizer “levanta-me!”). Mas tem também os que acham que o tiramisù não é nem toscano nem vêneto, Ver Mais →

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São Paulo, o melhor bairro e os melhores hotéis para ficar

São Paulo é a megalópole carente de bons hotéis bem localizados. Não dá para entender por que a maior e mais rica cidade da América do Sul, que movimenta bilhões de reais em turismo de negócios, Fórmula 1, shows  e grandes eventos, não conseguiu manter seus hotéis históricos — como o Rio tem o Copacabana Palace — nem atrair redes de hotéis de luxo como Mandarin Oriental, Ritz Carlton, Four Seasons, Park Hyatt (diferentemente de nossas vizinhas Buenos Aires e Santiago). Aí, das melhores opções da capital paulista restam hotéis que não têm piscina (geralmente jacuzzi  cobertas ou cheias de sombra; alguém avisa que estamos no Brasil, país de sol abundante, e que mesmo viajantes de negócios apreciam uma piscina num dia quente?), nem banheiras em quartos cujas diárias custam R$ 3 mil, a não ser que você pague por um quarto superior (nada simpático, né?). {Quer saber o que é o hotel perfeito para a Simonde? Clique aqui e conheça o nosso manifesto.}

ONDE FICAM AS COISAS LEGAIS DA CIDADE?

Assim como Paris tem aquela linha imaginária que começa na Bastilha e vai até o Arco do Triunfo (mas vai além, até La Défense), passando pelo Marais, Louvre, Place de la Concorde, Champs-Elysées, que concentra grande parte das coisas mais incríveis da cidade, São Paulo tem um eixo — as avenidas Consolação e Rebouças — que liga o Centro a Pinheiros passando Ver Mais →

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Baretto


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Inicialmente na rua Amauri e depois transferido para o hotel Fasano quando de sua inauguração, o Baretto é daqueles bares de hotéis com ambiente sofisticado, ótimos drinks  e boa música que a gente só encontra em Nova York (como o incrível Bemelmans no hotel Carlyle). Intimista (mesmo quando apresenta shows  de cantores famosos como Ney Matogrosso, Vanessa da Mata, Marina Lima, Bebel Gilberto), elegantemente sóbrio e masculino (confortáveis cadeiras e sofás de couro alcaparra com almofadas, iluminação aconchegante, garçons de smoking), civilizado (sem muvucas de qualquer natureza, tão comuns na noite paulistana, e por isso atraindo um público acima dos 30) e saboroso (você pode provar alguns pratos – incluindo massas e risotti – e sobremesas que vêm da cozinha do Fasano, tomar drinks  muito bem preparados – da caipirinha com pinga ao equilibrado Cosmopolitan com Grey Goose ou o dry martini  com gim Hendrick’s – e ainda, ótimos champagnes, whiskies  e vinhos), o Baretto é perfeito para encontrar amigos, Ver Mais →


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