Mandarin Oriental, New York: Quando a relação entre a localização de um hotel e o destino consegue ser perfeita

Se a principal preocupação — e o maior desafio — de toda rede internacional de hotéis de luxo é encontrar um lugar especial nos destinos mais disputados do mundo para instalar sua bandeira, é preciso dizer que o Mandarin Oriental de Nova York, exatamente na linha que separa Midtown do Upper West Side, em frente ao Columbus Circle (acho que a única rotatória da cidade!), está, sem qualquer dúvida, na melhor localização de Manhattan para o viajante; e é o mais bem localizado dos Mandarin que conheço (e, olha, que a localização de quase todos os outros é excelente). O hotel aberto em 2003 oferece tudo o que a gente pode esperar-precisar-desejar  (com algumas poucas ressalvas que você lê mais abaixo): 1. vista incrível para o Central Park, que custa geralmente US$ 200 (essa é a diferença no preço das diárias entre os quartos voltados para o parque e os com vista para o Rio Hudson), e vale toda a pena; se não fosse o Trump Tower atrapalhando  na frente, ela seria ainda mais absurda; 2. acessibilidade, a 100 metros planíssimos da estação de Ver Mais →

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Qual é a relação entre o Cipriani, o Harry’s Bar, o Harry Cipriani e o Cipriani Downtown?

Apesar de terem conquistado o mundo, a origem do império Cipriani — e também da rede de hotéis, trens e cruzeiros de luxo Orient-Express, hoje Belmond — é uma só: Veneza e o Harry’s Bar, inaugurado 1931 pelo commendatore  Giuseppe Cipriani. Bar simples, mítico, imperdível — e desde 2011, Patrimônio Histórico Nacional —, onde foram criados o carpaccio  e o bellini  (e que prepara um ótimo Dry Martini servido num copinho de shot, numa proporção super-dry  intitulada Montgomery com azeitonas à parte, e um ainda aconchegante minestrone  que combina perfeitamente com uma Veneza escura e nublada), Giuseppe abriu o Harry’s Bar com o dinheiro que um rico norte-americano, Mr. Harry Pickering, lhe deu quando ele era barman  do muito bem frequentado Hotel Europa (conta a lenda que a família de Pickering cortara sua mesada e foi Giuseppe quem lhe emprestou dinheiro, devolvido anos depois com juros bem generosos: o suficiente para que Cipriani saísse do Europa e abrisse seu próprio bar). E até hoje o Harry’s é administrado pelo Ver Mais →

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