Gastronomia: Um dos grandes diferenciais dos cruzeiros de luxo #publi

Minha grande decepção com cruzeiros em navios grandes foi a comida sempre bem mediana, quando não medíocre (não é tão ruim quanto comida de avião, no entanto). E como raramente conseguimos jantar em terra, quando chega o quarto ou o quinto dia, vai batendo aquele desespero e vontade de comer comida de verdade.  Nos cardápios de sobremesa, por exemplo, tanto o cheesecake  de manga com coco como o parfait  de chocolate têm o mesmo sabor de um creme gorduroso (e eu desafio você a identificar os sabores da manga e do coco citados na descrição). Com relação às pizzas, que nos salvam muitas vezes da fome quando você perde o jantar porque o horário é fixo — e são eles que decidem que horas, em qual mesa e até em quais cadeiras você vai jantar, e pode ser que você não consiga jantar um único dia com familiares e amigos —, apesar de boas e das quatro ou cinco opções de sabores, só se sente o sabor da massa com molho de tomate e uma sujeira de queijo. Sem falar no serviço impessoal e na falta de opções saudáveis. Já nos navios menores e megaiates luxo, a história é completamente  diferente: até por conta da menor quantidade de passageiros (no máximo 600 por navio, contra 4.000, 5.000 dos navios maiores), além da liberdade de se poder jantar a qualquer hora e sem lugares marcados, companhias Ver Mais →

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Taiti e suas ilhas: Por que o cruzeiro Paul Gauguin oferece a mais completa experiência da Polinésia Francesa #publi

Se você tiver oito dias de viagem em solos taitianos (é preciso considerar que se passa um dia no avião para chegar lá e outro dia para voltar), fazer um cruzeiro pelo Taiti e suas ilhas é o jeito mais confortável, seguro (tem médico e enfermeiros sempre a bordo; sempre fico um pouco apreensivo quando estou nessas ilhas muito isoladas) e mágico de explorar suas águas turquesa, essas que são, junto com a cultura polinésia, os grandes motivos da viagem. Estando em uma embarcação, tudo o que você precisa fazer é acordar pela manhã e abrir as cortinas da cabine para ser surpreendido, a cada dia, por uma nova e diferente paisagem (ainda mais em um navio pequeno especialmente desenhado para as águas rasas do arquipélago, com capacidade de explorar cantos escondidos e impossíveis de serem acessados se você estiver parado em um hotel ou em navios maiores).

Embarcando sempre em Pape’ete, a capital da ilha do Taiti por onde chegam os voos internacionais, uma das opções de cruzeiro de sete noites da Paul Gauguin passa por Huahine, a Ilha Jardim, Taha’a, a Ilha da Baunilha, fica dois dias  em Bora Bora, a Joia dos Mares do Sul, e ainda dois em Mo’orea, a Ilha Mágica, sem precisar fazer check-in  e check-out  de hotel, sem precisar pegar voos, transfers  e enfrentar aeroportos (achei o Ver Mais →

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