Gastronomia: Um dos grandes diferenciais dos cruzeiros de luxo #publi

Minha grande decepção com cruzeiros em navios grandes foi a comida sempre bem mediana, quando não medíocre (não é tão ruim quanto comida de avião, no entanto). E como raramente conseguimos jantar em terra, quando chega o quarto ou o quinto dia, vai batendo aquele desespero e vontade de comer comida de verdade.  Nos cardápios de sobremesa, por exemplo, tanto o cheesecake  de manga com coco como o parfait  de chocolate têm o mesmo sabor de um creme gorduroso (e eu desafio você a identificar os sabores da manga e do coco citados na descrição). Com relação às pizzas, que nos salvam muitas vezes da fome quando você perde o jantar porque o horário é fixo — e são eles que decidem que horas, em qual mesa e até em quais cadeiras você vai jantar, e pode ser que você não consiga jantar um único dia com familiares e amigos —, apesar de boas e das quatro ou cinco opções de sabores, só se sente o sabor da massa com molho de tomate e uma sujeira de queijo. Sem falar no serviço impessoal e na falta de opções saudáveis. Já nos navios menores e megaiates luxo, a história é completamente  diferente: até por conta da menor quantidade de passageiros (no máximo 600 por navio, contra 4.000, 5.000 dos navios maiores), além da liberdade de se poder jantar a qualquer hora e sem lugares marcados, companhias Ver Mais →

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Navios com lounges debaixo da água com vidros para observação é a novidade da Ponant #publi

Séculos atrás, explorar as paisagens mais inóspitas do planeta era só para aventureiros com a coragem de partir com grandes chances de não voltar. Até há pouco tempo, era viajar sem grandes riscos, mas abdicando de qualquer conforto ou sabor. Já hoje é estar na Antártica, o continente mais frio e seco da Terra, no conforto de um hotel cinco estrelas flutuante, em sua cabine com varanda elegantemente decorada, a poucos passos de um spa  Sothys (uma das marcas de cosméticos que mais amo), restaurantes que servem o melhor da gastronomia francesa — que levam a consultoria de Alain Ducasse, o mais estrelado dos chefs  franceses —, palestras com biólogos, sem deixar de se aventurar nos Zodiacs, pequenas lanchas que levam para a terra, ter contato com os animais — a uma temperatura de 40º C negativos — e se deslumbrar com icebergs  gigantescos e o silêncio absoluto — e quase ensurdecedor — daquelas paisagens. Ou seja, o melhor dos Ver Mais →

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Cruzeiros de luxo: os megaiates franceses da Ponant #publi

Esqueça a decoração over  ao estilo dos cassinos de Las Vegas, animadores de crianças (e de adultos) em piscinas lotadas, hora para jantar em lugares predeterminados e filas para pegar os tenders — as embarcações que nos levam dos grandes navios aos portos (por causa do tamanho eles não conseguem chegar próximo à terra). O primeiro — e já clássico — veleiro de três mastros da Ponant, única companhia de cruzeiros do mundo a portar a bandeira francesa, lançado ao mar em 1991, tem apenas 32 cabines (para 64 passageiros com o apoio de 32 tripulantes) e consegue aportar nos lugares mais secretos, acessíveis apenas a pequenas embarcações. Seus principais destinos? Os mares calmos do Mediterrâneo e do Caribe.

Mas, depois de quase vinte anos e com o objetivo de criar a embarcação ideal para viagens no mar — com todo o décor  e savoir-faire  francês —, veio o projeto do megaiate Le Boréal, que foi lançado em 2010, agora com capacidade para 264 passageiros (mantendo a Ver Mais →

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