The Brando, Taiti e suas ilhas: Sem bangalôs sobre águas e piscinas infinitas, um dos melhores e mais caros hotéis do mundo é zero-ostentação

Apesar de não figurar nas últimas listas dos melhores do mundo, o resort all-inclusive  The Brando, na Polinésia Francesa, possui todos  os elementos do que se poderia considerar o melhor hotel do mundo (não tem igual, de verdade). Não conheço nenhuma outra propriedade no planeta que fique em um lugar não só paradisíaco — e fácil de chegar, são apenas 10 minutos de voo da ilha do Taiti — mas de natureza tão abundante, preservada e acessível (38 plantas autóctones, 167 espécies de peixes, uma coleção incrível de aves, incluindo os lindos boobies  de bico azul e pés vermelhos que eu achava que só existiam nas Galápagos), com duas ONGs in-house  que atraem pesquisadores do mundo todo; que tenha não só sua própria companhia aérea com três aviões novíssimos (dois Islander BN-2T e um Twin Otter) apenas para os hóspedes, mas também um terminal exclusivo no aeroporto internacional de Fa’a’a em Pape’ete (acho surreal imaginar que pilotos, agentes de segurança e de check-in  façam parte do quadro de funcionários de um hotel); com um restaurante gastronômico com adega estelar assinado pelo chef-duas-estrelas-Michelin Guy Martin, do Grand Véfour de Paris (não só no restaurante gastronômico, foi a melhor comida que Ver Mais →

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Rangiroa, Taiti e suas ilhas: Baleias, golfinhos e tubarões, o único vinho da Polinésia e o melhor snorkelling da vida

Paraíso dos mergulhadores e segundo maior atol do planeta — com uma lagoa de mais de 1000 quilômetros quadrados (o suficiente para comportar a ilha do Taiti inteira) —, Rangiroa faz parte do arquipélago de Tuamotu, o maior arquipélago de atóis do mundo e um dos cinco que formam a Polinésia Francesa. E não há melhor e mais belo lugar para aprender o que é um atol e como nascem essas formações fascinantes. Mas explico. As ilhas (no caso as vulcânicas; acho que só as Seychelles têm formação granítica) são resultado do acúmulo de lava no leito dos oceanos, de milhares de erupções dos vulcões no fundo do mar. Com o tempo, corais vão formando recifes ao redor das ilhas. Mas no caso dos atóis, as ilhas sofrem erosão, “afundam” (mas não muito), deixando lagoas rasas e apenas os recifes visíveis-sobre-a-água, que acabam por formar um círculo de pequenas ilhas, ou motu  em taitiano (que são responsáveis por aquele azul turquesa impressionante: são os elementos decorrentes da erosão lenta também dos exoesqueletos dos corais que fazem com que a cor da água das lagoas dos atóis tenha essa cor). São mais de 250 motu Ver Mais →

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Taiti e suas ilhas: Por que o cruzeiro Paul Gauguin oferece a mais completa experiência da Polinésia Francesa #publi

Se você tiver oito dias de viagem em solos taitianos (é preciso considerar que se passa um dia no avião para chegar lá e outro dia para voltar), fazer um cruzeiro pelo Taiti e suas ilhas é o jeito mais confortável, seguro (tem médico e enfermeiros sempre a bordo; sempre fico um pouco apreensivo quando estou nessas ilhas muito isoladas) e mágico de explorar suas águas turquesa, essas que são, junto com a cultura polinésia, os grandes motivos da viagem. Estando em uma embarcação, tudo o que você precisa fazer é acordar pela manhã e abrir as cortinas da cabine para ser surpreendido, a cada dia, por uma nova e diferente paisagem (ainda mais em um navio pequeno especialmente desenhado para as águas rasas do arquipélago, com capacidade de explorar cantos escondidos e impossíveis de serem acessados se você estiver parado em um hotel ou em navios maiores).

Embarcando sempre em Pape’ete, a capital da ilha do Taiti por onde chegam os voos internacionais, uma das opções de cruzeiro de sete noites da Paul Gauguin passa por Huahine, a Ilha Jardim, Taha’a, a Ilha da Baunilha, fica dois dias  em Bora Bora, a Joia dos Mares do Sul, e ainda dois em Mo’orea, a Ilha Mágica, sem precisar fazer check-in  e check-out  de hotel, sem precisar pegar voos, transfers  e enfrentar aeroportos (achei o Ver Mais →

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Taiti e suas ilhas: Quando ir, o melhor jeito de chegar (e de viajar entre ilhas), os hotéis e quanto custa viajar para um dos destinos mais fascinantes do mundo

Quando eu morava em Londres no fim dos anos 1990, me sentia no centro do mundo. A duas horas e quinze minutos de Paris com o Eurostar, a três horas e meia de Nova York voando Concorde, a 12 horas de voo de Tóquio ou de São Paulo. Mas depois de ver ingleses e franceses reclamando da distância e do tempo de viagem (comum para nós, brasileiros, em qualquer viagem para a Ásia), percebi que a Polinésia Francesa está longe para todo mundo… E até entre os polinésios. As 118 minúsculas ilhas que formam esta coletividade ultramarina da França (o mesmo status têm as ilhas caribenhas Saint-Barth e Saint-Martin) estão espalhadas pelo Oceano Pacífico ocupando uma área maior que o continente europeu. Isso quer dizer que para ir do Taiti, a maior e principal ilha da Polinésia Francesa, onde fica a capital Pape’ete, para Nuku Hiva, no arquipélago das Marquesas, onde está a Polinésia em seu estado mais rústico, você vai passar quatro horas  no avião! (Já um voo entre Mangareva, uma das ilhas mais ao sul e com uma população de apenas 1.200 habitantes, e Ver Mais →

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