Saint-Barth: A ilha branca e bilionária do Caribe, onde a principal atividade econômica não é o turismo

Três horas e meia de voo separam o rigoroso inverno nova-iorquino de fevereiro do verão-o-ano-todo de Saint-Barthélémy, essa ilhota de vegetação árida — e de praias menos bonitas que as das ilhas vizinhas, preciso dizer —, que se transformou no porto seguro de algumas das pessoas mais ricas e famosas (seguidas alpinistas sociais) do mundo, onde o turismo de massa não tem vez (nem as grandes redes de hotéis de luxo estão aqui). São Bartolomeu – assim como Saint-Tropez vira para os franceses “Saint-Trop” (os franceses adoram diminutivos), Saint-Barthélémy é “Saint-Barth”, ou ainda em inglês, “St. Barts” — não só é território francês mas praticamente a extensão da Côte d’Azur no Caribe (não raro você vai encontrar os mesmo superiates aportados em Cap d’Antibes em junho e aqui durante o inverno no hemisfério norte). Porque se chegar à França metropolitana — Paris, depois Marseille — para começar a viagem pela Riviera Francesa é se deparar com gente de todas as cores, roupas, etnias, línguas e culturas, basta sair da cidade mais antiga do país Ver Mais →

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Qual é a relação entre o Cipriani, o Harry’s Bar, o Harry Cipriani e o Cipriani Downtown?

Apesar de terem conquistado o mundo, a origem do império Cipriani — e também da rede de hotéis, trens e cruzeiros de luxo Orient-Express, hoje Belmond — é uma só: Veneza e o Harry’s Bar, inaugurado 1931 pelo commendatore  Giuseppe Cipriani. Bar simples, mítico, imperdível — e desde 2011, Patrimônio Histórico Nacional —, onde foram criados o carpaccio  e o bellini  (e que prepara um ótimo Dry Martini servido num copinho de shot, numa proporção super-dry  intitulada Montgomery com azeitonas à parte, e um ainda aconchegante minestrone  que combina perfeitamente com uma Veneza escura e nublada), Giuseppe abriu o Harry’s Bar com o dinheiro que um rico norte-americano, Mr. Harry Pickering, lhe deu quando ele era barman  do muito bem frequentado Hotel Europa (conta lenda que a família de Pickering cortara sua mesada e foi Giuseppe quem lhe emprestou dinheiro, devolvido anos depois com juros bem generosos). E até hoje o Harry’s é administrado pelo Ver Mais →

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Cruzeiros fluviais: Quando o foco não é só o navio, mas também os destinos #publi

Água é vida. Do Cairo a Paris, passando por Manaus, Viena e Moscou, grande parte das cidades milenares do mundo nasceu à beira dos rios. E muitos desses rios vão muito além das fronteiras políticas: além do Reno (cuja nascente está na Suíça, mas desemboca no Mar do Norte, na Holanda) e o Mekong (que começa no Vietnã, passa pelo Camboja e o Laos até chegar à China), o Danúbio, ao longo dos seus quase três mil quilômetros de extensão, cruza dez países na Europa, incluindo mais de 70 cidades e quatro capitais nacionais (Viena, Bratislava, Budapeste e Belgrado). Diferentemente dos cruzeiros marítimos, em que muitos passageiros consideram o navio como destino (e sequer descem durante as paradas), nos cruzeiros fluviais o grande destaque é a programação das cidades. Por isso, espere paisagens diferentes todos os dias (nunca você vai passar o dia todo vendo água por todos os lados), conforto e espaço nas cabines (pense em banheiros de mármore, walk-in Ver Mais →

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O guia definitivo para dirigir na França: Pode beber e dirigir?, as estradas mais bonitas, GPS, pedágios, combustível

A tentação é grande de alugar um carrão  conversível para percorrer as estradinhas cenográficas e ensolaradas da região da Provence e Côte d’Azur com aquela liberdade que só o dirigir permite para fazer as coisas no seu tempo, explorar as paisagens, ir e voltar na hora que quiser. Mas acredite, se você quiser dirigir pelas áreas medievais, tantos os vilarejos quanto as regiões antigas e centrais das cidades, alugue um carro pequeno. Ainda assim é inevitável a apreensão em muitas ruelas, tão estreitas que nos fazem duvidar de que o carro possa passar por ali, tão curvas que se torna impossível vislumbrar uma saída (e com capacidade para receber 0,8 da largura de um carro, reze para não ter ninguém vindo na direção contrária; isso quando elas não estão à beira de enormes precipícios).

dirigir-franca-provence-cote-d-azur-aluguel-de-carros-pedagio-combustivel-estradas-mais-bonitas-1000-7Nos vilarejos, as ruazinhas – sem calçadas – podem ser ainda mais estreitas que essa. Imagem: Shoichi Iwashita

PRECISO MESMO DE UM GPS NO CARRO? S-I-M!

dirigir-franca-provence-cote-d-azur-aluguel-de-carros-pedagio-combustivel-estradas-mais-bonitas-1000-3Mesmo que você esteja com acesso a internet pelo celular através de um SIM card  local e conseguindo usar o Waze ou o Google Maps, sempre alugue o carro com GPS, pois no meio da viagem quando você estiver para pegar aquela outra estrada à direita, pode ser que aconteça de o sinal do celular desaparecer, o Maps não atualizar e, aí, adeus chegar ao Ver Mais →

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