São Paulo do alto: Os bares e restaurantes em rooftops com as melhores vistas para o skyline paulistano

Cidades verticalizadas, com muitos prédios, para nós que estamos ali do chão, são bastante — e esteticamente — opressoras. No nível da rua, o horizonte deixa de existir, o céu é apenas um feixe quando temos tempo de olhar para cima e, talvez por isso, a sensação de se estar acima do mar de prédios seja tão prazerosa. Do alto, a feiura das cidades que se desenvolveram sem planejamento se dilui na grandeza da metrópole, os problemas são invisíveis, as individualidades se dissolvem, temos de volta o céu e o horizonte. E a sensação de grandeza, de poder, é inevitável. E São Paulo — que não tem belezas naturais (e, tirando alguns poucos exemplos, a arquitetura tampouco é seu forte) — parece que finalmente encontrou sua vocação de explorar a vista para o seu panorama urbano. Amando ou odiando essa que é uma das maiores cidades (e a quarta maior área metropolitana) do mundo, quem não se impressiona com a vista para o tapete de prédios ao sobrevoar a região central da cidade? Em São Paulo, tirando os hotéis e alguns Ver Mais →

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Esther Rooftop: Comida de bistrô e terraço com vista na melhor parte do centro de São Paulo

A grande questão seria saber como conseguir se sentar sempre  em uma daquelas três mesas para duas pessoas que ficam coladas no vidro do terraço com vista. Mas não tem jeito, tem de chegar cedo e tentar a sorte, já que no Esther Rooftop, eles não fazem reservas. Mas, mesmo se sentando no salão interno (não deixe de frequentar o espaço para fumantes, no terraço, aberto e com vista), só pela arquitetura e pela história já valeria a viagem: inaugurado em 1938 (!) e ocupando o décimo primeiro e último andar do primeiro edifício moderno-racional-funcional-corbusiano  da cidade de São Paulo — e do Brasil —, projetado pelo arquiteto paulistano Álvaro Vital Brasil, o Edifício Esther (que tem lojas, escritórios e unidades residenciais, onde moraram Di Cavalcanti e Marcelino de Carvalho; tinha até uma boate no subsolo frequentada por intelectuais e Ver Mais →

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Fondazione Prada: Quando uma ex-comunista cria uma das mais belas instituições de arte privadas do mundo

Durante toda a sua visita, deixe o ingresso no bolso, com acesso fácil, pois ele será pedido em cada um dos 10 pavilhões, de todos os formatos imagináveis, espalhados nos 19 mil metros quadrados (duas vezes maior que o novo Whitney do Renzo Piano em Nova York) que formam a Fondazione Prada, o maior espaço dedicado à arte contemporânea de Milão (incrivelmente, a mais internacional — e rica — das cidades italianas e uma das capitais mundiais da moda e do design  não tinha nada parecido; só o HangarBicocca, da Pirelli, do outro lado da cidade com 15 mil metros quadrados). Fundada em 1993 (a fundação) mas com a sede inaugurada apenas em maio de 2015, ela é resultado do recente interesse por arte da herdeira-que-nunca-quis-ser-estilista  que se tornou um dos maiores nomes da indústria (o grupo Prada — Prada, Miu Miu, Church’s, Car Shoe e Pasticceria Marchesi — tem hoje faturamento anual de mais de € 3,5 bilhões). Mas a resistência de Miuccia Prada de entrar para a moda, assumindo, em 1978, a marca criada por seu avô na Milão de 1913 (assim como o desconforto que ela sente em comprar arte, gesto que ela acha nada nobre) tem Ver Mais →

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Hotel Four Seasons DIFC: Existe uma Dubai elegante e em escala humana

Elegância raramente rima com grandiosidade (“a elegância não grita, ela sussurra”, li uma vez). E, apesar de refletir a cultura emirati  com ricos veludos e o brilho dos metais dourados e das madeiras laqueadas, o Four Seasons Dubai DIFC não segue a proporção dubaiana, felizmente: é um hotel com apenas oito andares — são mais de 100 quartos, mas a sensação é a de que se está num hotel boutique — no coração deste minúsculo e jovem emirado que, em pouco mais de vinte anos, já tem mais  arranha-céus que Tóquio e Chicago. Por isso, numa cidade onde o céu é — literalmente — o limite, o Four Seasons Dubai DIFC é uma belíssima opção ao extenso cardápio de hotéis de luxo em Dubai, e com ótima relação custo-benefício (praticamente todas redes estão aqui, com um ou até mais hotéis, como é o próprio caso da Four Seasons, que tem um resort  de praia em Jumeirah, e você pode utilizar a estrutura pagando uma taxa por dia de uso).

A localização não poderia ser melhor. Você está no coração do DIFC, o Dubai International Financial Centre, um bairro-jurisdição vizinho ao complexo Burj Khalifa — Dubai Mall (hoje considerado o “centro” de Dubai; e por ser vizinho, o Four Seasons garante ótimas Ver Mais →

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