Nolinski: O hotel vintage-chic recém-aberto e com metrô na porta, entre a ópera, o teatro e o Louvre

Existe um certo prazer em se hospedar em uma área extremamente central e movimentada, a alguns passos das maiores e melhores atrações e lojas de Paris — Opéra Garnier, Louvre, Commédie Française, Palais Royal, Musée des Arts Décoratifs, Jardin des Tuileries e a rue Saint-Honoré —, exatamente em frente à saída do metrô Pyramides (não tem maior luxo urbano), e observar os carros, os ônibus e as multidões da Avenue de l’Opéra  como se fossem uma cena de filme mudo em meio ao conforto de um quarto absolutamente silencioso e elegante, repleto de luz natural, num edifício do período haussmmaniano. Aberto em 2016 na avenida que liga o Opéra Garnier à Commédie Française, o Hôtel Nolinski traz todas as comodidades de que precisa o viajante contemporâneo, incluindo uma relaxante piscina indoor  anexa ao spa (ela é bem escura como no Costes e no Mandarin Oriental, mas lembre-se de que piscinas são raridades nos hotéis parisienses), na melhor localização da Ver Mais →

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Meissen: Quando os alemães decifraram a fórmula secreta da porcelana chinesa depois de séculos de paixão pelo “ouro branco”

Se a cerâmica surgiu no período neolítico em várias partes do mundo quase que simultaneamente — da Amazônia brasileira ao que foi a Tchecoeslováquia, passando pelo Japão do ano 25.000 a.C. —, a porcelana foi um caso único, uma invenção chinesa. E, por séculos desde sua criação (por volta da época de Jesus), a China deteve o savoir-faire  dessa variação de cerâmica que podia ser elegantemente moldada, esmaltada e pintada, e cujo resultado eram utensílios branquíssimos e brilhantes, duros, resistentes e impermeáveis. O “ouro branco” — um belo upgrade  da fosca, terrosa e frágil cerâmica — logo conquistaria o mundo: dos vizinhos coreanos e japoneses, a muçulmanos e europeus, para quem a porcelana era símbolo de poder, bom gosto e status (desde o começo do século 13, todas as casas reais importavam porcelanas da China). E uma vez que eram caríssimas — até para os imperadores chineses, as peças faziam uma longa viagem para chegar Ver Mais →

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Lasai: Cozinha de ingredientes – e excelente serviço de café – em um dos melhores restaurantes do Rio de Janeiro

É inadmissível ir a um restaurante gastronômico, pagar caro e sair com fome, já que é de total responsabilidade do chef  — um profissional — o exercício de lidar com os diferentes tamanhos de apetite dos clientes e planejar uma experiência perfeita para todos  (e, acredite, já passei por isso algumas vezes). E como eu tinha feito uma reserva para as 21h30 (por causa do cansaço do dia na praia, no Rio eu sempre gosto de tirar um cochilo antes do jantar), em vez de escolher o menu com 14 etapas-tapas, intitulado Festival  (R$ 386,40, já com o serviço de 12% que vem na conta), uma seleção-surpresa do chef  Rafael Costa e Silva (você apenas diz suas restrições para ele montar o cardápio), optei pelo menu menor, o Não me conte histórias… (R$ 330,40, com serviço), com quatro etapas: snacks, entrada, prato principal e sobremesa, em que você escolhe o que vai comer, entre três opções de entrada, mais três de prato principal e três de sobremesa (e todos os pratos com apenas três ingredientes principais); são apenas esses dois menus disponíveis. Mas, Ver Mais →

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Atômica, o filme: Lorraine Broughton é a nossa agente secreto do século 21

Se, desde 1956, a bebida de James Bond é o dry martini — do “shaken, not stirred”  ao Vesper —, Lorraine Broughton (guarde esse nome), a agente lésbica do MI6, o Serviço Secreto de Inteligência Internacional do Reino Unido, só bebe vodca Stolichnaya on the rocks  e fuma (muito, o filme todo). E a Atomic Blonde (o filme em português ganhou o nome Atômica), interpretada pela belíssima atriz sul-africana Charlize Theron (que também é produtora do filme) e inspirada no graphic novel The Coldest City  de Sam Hart (que mora em São Paulo desde os 10 anos de idade!) e Antony Johnston, apesar de não ser personagem com a profundidade e complexidade da Femme Nikita, a assassina do filme de Luc Besson de 1990 (minha preferida até hoje), e o roteiro ser daqueles que a gente já viu inúmeras vezes nos filmes de espionagem (agente-morre-agente-tenta-resgatar-informação-que-pode-colocar-o-mundo-em-risco-e-“a-gente”-nunca-sabe- Ver Mais →

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