Princi Londres, o espírito de Milão – com pizza e espresso – no coração do SoHo

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A Princi do SoHo londrino (única filial da rede fora de Milão) segue a mesma identidade da Princi da Piazza XXV Aprile antes da reforma de 2014, assinada pelo arquiteto Claudio Silvestrin (que projetou dezenas de lojas Giorgio Armani pelo mundo e é colaborador da Boffi), e que fez a fama da padaria mais saborosa, contemporânea e elegante da Itália: pedras em tons de bege e cinza não polidas, a disposição dos pães em aberturas retangulares na parede, os totens de pedra para apoio, poltronas de couro, o staff  todo italiano (simpático ou lindo, ou ambos), fornos à mostra, uma fonte de 15 metros de comprimento numa das paredes.

Misto de panetteria, pasticceria, caffè, pizzeria e bar para o aperitivo  tão milanese, o melhor da Princi londrina — além do horário de funcionamento, aberto das 8h à meia-noite de segunda a sábado (perfeito para aquele dia em que você não tem reservas para restaurantes e quer chegar e comer) —, é que você tem a opção do serviço self-service (pagar no balcão, se servir e sentar-se na mesa comunitária, como em Milão), mas também pode ser atendido Ver Mais →

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Chou

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O Chou é um restaurante de comidinhas simples, bem preparadas com ingredientes frescos, não fotogênicas mas cheias de sabor, em uma charmosa casinha decorada com móveis rústicos e que tem um agradável quintal-jardim — nosso lugar preferido para jantar —, que no inverno ganha aquecedores e mantas, e no verão pernilongos (vá de calça comprida e repelente nos braços). O Chou poderia facilmente estar em Palermo Viejo.

Pra começar, peça o couvert e entradinhas para beliscar (adoro o chevrotin, as lulinhas na chapa com aioli e os lagostins grelhados). De prato principal, selecione a carne — impecavelmente — grelhada que tiver vontade no dia, só NÃO DEIXE de pedir como guarnições o risoni (uma massa no formato de arroz) cremoso com hortelã e pecans (não se preocupe, o sabor do hortelã é bem sutil, quase imperceptível) e as batatas rústicas amassadas com ovo, cebola, mostarda e manjerona Ver Mais →

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Tappo Trattoria

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A foto ao lado representa bem a nova fase do Tappo com a chegada do competente jovem chef  italiano-naturalizado-brasileiro — e lindo — Rodolfo de Santis (antes do de Santis, o Tappo não era um restaurante que se sobressaía). Os pratos antigos do pequeno (com apenas 28 lugares, por isso, reservas são fundamentais), aconchegante e bem frequentado restaurante de Benny Novak (conhecido pelo excelente francês Ici Bistrô) ainda estão no cardápio, mas, aos poucos, Rodolfo, que chegou ao Tappo em novembro de 2013, vem incorporando seu estilo (assim como no letreiro ao lado) neste restaurante que se chama “rolha” em italiano e que te faz sentir comendo dentro de um charmoso vagão de trem no palco da Broadway dos anos 1930 (ok, viajei).

Como um belíssimo exemplar de trattoria (“tavernas”, simples estabelecimentos na Itália que servem massas), o Tappo tem massas simples, clássicas e perfeitamente executadas. Pode ser o gnocchi de ricota, espinafre e parmesão, pode ser uma massa (você pode escolher entre penne, spaghetti, rigatoni, fettuccine, linguini, bucatini) al pesto, alla matriciana, alle vongole, alla carbonara (que ficou famoso em São Paulo por ser servido com uma gema crua e que, misturada com a massa, “cozinha” com o seu calor colaborando para a textura perfeita do prato). E tem também o cacio e pepe, receita típica da Roma, que não está no cardápio, mas que você pode pedir como prato ou como uma entradinha (sempre faço isso). O cacio e pepe leva pimenta preta “atiçada” no azeite de oliva quente e Pecorino, um queijo de ovelha típico do Lazio, região onde está Roma, só! #PraQueMais?

Mas também tem extravagâncias que merecem MUITA atenção do nosso paladar e do nosso estômago, como o linguine com lagosta e tomates frescos, o ravioli de camarão com molho de foie gras e espinafre e o riso del pescatore: um arroz com lagosta mais lulas, camarões, vieiras, mexilhões, minipolvos, muito tomate, manjericão; tudo no cozimento exato (e um dos meus pratos favoritos na cidade), ou ainda um nhoque IMPECÁVEL de funghi fresco com trufas negras e pinoli puxado no creme de leite (só de escrever isso, me dá vontade de ir lá comer).

De sobremesa, se você gosta de cannollo siciliano, vá de cannollo (eu não sou muito fã), que tem uma massinha crocante e é recheado com ricota de búfala, pistache, frutas caramelizadas e chocolate belga. Eu prefiro sempre ir de pannacotta com caramelo de vin santo (delicioso, impecável), tiramisù (o meu preferido ainda é o “molinho” servido nos restaurantes do Grupo Fasano, mas esse também é muito bom) ou o suave cheesecake de queijo de cabra com calda de amora.

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Bar da Dona Onça


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Acompanhando a linha curva e sensual do edifício mais emblemático de São Paulo, no térreo do Copan (projeto de Oscar Niemeyer,  e ao lado do Edifício Itália), o Bar da Dona Onça é um bar-mais-pra-restaurante que é o bem sucedido fruto do relacionamento entre os chefs  Janaína e Jefferson Rueda (este do excelente Attimo; hoje eles são casados e têm dois filhos). A inspiração da cozinha — assim como no Attimo — é o interior de São Paulo, a cozinha caipira. Frango com quiabo e polenta, picadinho de filé com ovo frito e tartare  de banana, cuscuz de galinha caipira e camarão com chuchu são alguns dos pratos emblemáticos e bastante saborosos (a comida aqui é muito bem temperada).

Pra começar, adoro pedir a deliciosa panelinha de frutos do mar com curry e o couve-flor à milanesa pra comer tudo junto. Depois o ravióli de cebola caramelizada com um creme de queijo da Serra da Canastra (R$ 52) vai bem se dividido para duas pessoas (é a quantidade perfeita para degustá-lo; mais pode se tornar um pouco enjoativo). Pra finalizar, Ver Mais →


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