10 dicas para aproveitar a Oktoberfest (Wiesn para os íntimos) e o cruzeiro que te leva para o melhor do festival! #publi

Uma das maiores festas do mundo moderno teve sua primeira edição em 1810, quando da celebração do casamento entre o Príncipe Ludwig (futuro Rei Ludwig I da Bavária) e a Princesa Therese da Saxônia-Hildburghausen (nesta época, a Alemanha ainda não existia). Durante duas semanas inteiras (três sábados e domingos), de 22 de setembro a 7 de outubro de 2018, 16 tendas construídas especialmente para a Oktoberfest — umas gigantescas, outras menores e mais intimistas — em uma área de 35 hectares, acomodam, sentadas e ao mesmo tempo, impressionantes 119.000 pessoas (é um Maracanã e meio). Ao longo dos 16 dias, seis milhões de pessoas vão beber 7,5 milhões de litros de cerveja. E o ideal é mesmo que você passe dois dias aqui para conseguir visitar duas ou três tendas; apesar de que existem também os “guerreiros”, gente que aproveita três, quatro dias de muita comida, cerveja, dança e canções típicas da Bavária. Mas, assim como acontece com outros grandes festivais do mundo, é preciso saber como “navegar” e se comportar na Wiesn (é assim que os locais chamam a Oktoberfest), principalmente nos fins de semana quando as filas começam bem cedo. A boa notícia é que as saídas dos cruzeiros da U by Uniworld pelo Rio Danúbio dos dias 22 e 29 de setembro de 2018 oferecem aos passageiros uma experiência Oktoberfest completa sem precisar se preocupar com nada (já indo curtir com novos amigos millenials  do mundo todo); sem falar dos destinos incríveis que fazem parte do itinerário (Amsterdam, Viena, Bratislava, Budapeste; todas elas capitais à beira-rio), que vão fazer sua Ver Mais →

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Taiti e suas ilhas: Por que o cruzeiro Paul Gauguin oferece a mais completa experiência da Polinésia Francesa #publi

Se você tiver oito dias de viagem em solos taitianos (é preciso considerar que se passa um dia no avião para chegar lá e outro dia para voltar), fazer um cruzeiro pelo Taiti e suas ilhas é o jeito mais confortável, seguro (tem médico e enfermeiros sempre a bordo; sempre fico um pouco apreensivo quando estou nessas ilhas muito isoladas) e mágico de explorar suas águas turquesa, essas que são, junto com a cultura polinésia, os grandes motivos da viagem. Estando em uma embarcação, tudo o que você precisa fazer é acordar pela manhã e abrir as cortinas da cabine para ser surpreendido, a cada dia, por uma nova e diferente paisagem (ainda mais em um navio pequeno especialmente desenhado para as águas rasas do arquipélago, com capacidade de explorar cantos escondidos e impossíveis de serem acessados se você estiver parado em um hotel ou em navios maiores).

Embarcando sempre em Pape’ete, a capital da ilha do Taiti por onde chegam os voos internacionais, uma das opções de cruzeiro de sete noites da Paul Gauguin passa por Huahine, a Ilha Jardim, Taha’a, a Ilha da Baunilha, fica dois dias  em Bora Bora, a Joia dos Mares do Sul, e ainda dois em Mo’orea, a Ilha Mágica, sem precisar fazer check-in  e check-out  de hotel, sem precisar pegar voos, transfers  e enfrentar aeroportos (achei o Ver Mais →

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Ásia com o conforto e a segurança dos cruzeiros mais luxuosos do mundo #publi

A Ásia é desses continentes não só geograficamente distantes (as diferenças nos costumes e na cultura nos são sempre desafiadoras, em muitos níveis) em que é preciso ter atenção redobrada para os deslocamentos entre cidades e países (é um tipo de viagem em que uma boa agência de viagens é muitas vezes fundamental). E nada melhor — e mais seguro e confortável — para uma introdução ao Oriente que fazer um cruzeiro em companhias de luxo como a Seabourn, a Silversea, a Ponant e a Regent; empresas que operam navios menores (diferentes desses que transportam milhares de passageiros), todos all-inclusive  (estão inclusos no valor do cruzeiro gorjetas, vinhos, espumantes, destilados, cafés e chás — na cabine e em todo o navio — à vontade), com dezenas de opções de passeios em terra com guias especializados para você absorver o melhor da cultura local (tem também palestras a bordo), sem a necessidade de fazer e desfazer mala, check-in  e check-out, e ainda com a vantagem de em alguns dos destinos mais interessantes o navio ficar ancorado por três dias para que você tenha tempo de explorar a cidade Ver Mais →

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Seabourn: Dos cruzeiros de luxo, o melhor? #publi

Além do serviço de quarto 24 horas incluso no valor do cruzeiro — que tal caviar & champagne como lanchinho da madrugada? —, um frigobar abastecido com duas garrafas de sua bebida preferida — uísque escocês, americano ou canadense; gin Tanqueray ou Beefeater; vodca Absolut ou Stolichnaya; vinhos — é o que você vai encontrar ao adentrar sua cabine em um dos quatro navios da frota Seabourn (todos novíssimos, o mais “velho” é de 2009). E para os viajantes frequentes de cruzeiros de luxo, a opinião é quase unânime: a companhia norte-americana com sede em Seattle fundada em 1986 entrega um serviço ainda mais exclusivo que outras companhias do mesmo nível {leia aqui os nossos publieditoriais sobre a Silversea, Silversea Galapagos e a Ponant}, fato que é reconhecido pelos rankings  de revistas especializadas como a Travel + Leisure e a Condé Nast Traveler: a Seabourn ocupa o topo do ranking  na categoria cruzeiros em Ver Mais →

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Navios com lounges debaixo da água com vidros para observação é a novidade da Ponant #publi

Séculos atrás, explorar as paisagens mais inóspitas do planeta era só para aventureiros com a coragem de partir com grandes chances de não voltar. Até há pouco tempo, era viajar sem grandes riscos, mas abdicando de qualquer conforto ou sabor. Já hoje é estar na Antártica, o continente mais frio e seco da Terra, no conforto de um hotel cinco estrelas flutuante, em sua cabine com varanda elegantemente decorada, a poucos passos de um spa  Sothys (uma das marcas de cosméticos que mais amo), restaurantes que servem o melhor da gastronomia francesa — que levam a consultoria de Alain Ducasse, o mais estrelado dos chefs  franceses —, palestras com biólogos, sem deixar de se aventurar nos Zodiacs, pequenas lanchas que levam para a terra, ter contato com os animais — a uma temperatura de 40º C negativos — e se deslumbrar com icebergs  gigantescos e o silêncio absoluto — e quase ensurdecedor — daquelas paisagens. Ou seja, o melhor dos Ver Mais →

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As viagens mais incríveis de volta ao mundo, por ar, por terra e por mar

Mr. Fogg, o distinto senhor inglês que dá a volta ao mundo em 80 dias no clássico de Jules Verne, venceu a aposta com seus colegas de clube concluindo a viagem em trem, elefante e navio a vapor. Mas se em 1873 a ideia de circum-navegar o mundo em tão pouco tempo era fantástica (as viagens nessa época duravam meses ou até anos, sem falar nos riscos que eram bem maiores), ainda hoje, apesar de todos os avanços dos meios de transporte, essa é uma experiência para poucos, já que exige tempo e dinheiro. Visitar destinos diferentes numa mesma viagem permite identificar os muitos contrastes entre as cidades, os países, os continentes. E é isso que companhias como Four Seasons, Silversea, Seabourn e Trains & Tours oferecem: viagens — reais — de volta ao mundo em que os trajetos podem ser feitos apenas de avião, apenas de navio, ou na combinação trem + avião.

DE AVIÃO

volta-ao-mundo-passagem-aviao-four-seasons-private-jet-navio-silversea-seabourn-trem-trains-tours-1200-1 volta-ao-mundo-passagem-aviao-four-seasons-private-jet-navio-silversea-seabourn-trem-trains-tours-1200-12 volta-ao-mundo-passagem-aviao-four-seasons-private-jet-navio-silversea-seabourn-trem-trains-tours-1200-2A rede canadense que possui 98 hotéis nos principais destinos do mundo (e cada Four Seasons é sempre uma das melhores e mais elegantes opções de hospedagem) possui um Boeing 757, todo primeira classe (poltronas em couro flat-bed, chef  e concierge  a bordo, Dom Pérignon à vontade), com o qual ela oferece três roteiros temáticos por ano de volta ao mundo, com duração de 18 a 23 dias (passando na maioria das vezes quatro dias Ver Mais →

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Silversea: navios pequenos e luxuosos em mais de 800 portos pelo mundo #publi

Voltar para o início dos tempos em Galápagos, sair do porto de San Francisco num cruzeiro de 120 dias para Monte Carlo visitando Havaí, Austrália, Sudeste Asiático, Oriente Médio, Grécia e Itália, ou ainda sair de Londres passando por baixo da Tower Bridge com destino à São Petersburgo, onde você aproveitará a cidade por dois dias inteiros (geralmente os navios só passam algumas horas em cada lugar) são algumas das incríveis experiências que a companhia de cruzeiros de luxo italiana Silversea — da família Lefebvres de Roma, mas com sede em Mônaco — oferece a seus passageiros, com sua frota atual de oito navios pequenos que, ao mesmo tempo que cruzam oceanos com conforto e segurança, navegam e aportam em lugares inviáveis para grandes navios, como, por exemplo, o rio Tâmisa.

São dois os estilos de navios: cinco pertencem à frota clássica — o Cloud foi o primeiro inaugurado em 1994; depois vieram o Wind, o Shadow, o Whisper e o Spirit (vem mais um, o Muse no ano que vem); todos com bandeiras das Bahamas — e os outros três são específicos para expedições nos lugares mais remotos do planeta — com todo Ver Mais →

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Cruzeiros de luxo: os megaiates franceses da Ponant #publi

Esqueça a decoração over  ao estilo dos cassinos de Las Vegas, animadores de crianças (e de adultos) em piscinas lotadas, hora para jantar em lugares predeterminados e filas para pegar os tenders — as embarcações que nos levam dos grandes navios aos portos (por causa do tamanho eles não conseguem chegar próximo à terra). O primeiro — e já clássico — veleiro de três mastros da Ponant, única companhia de cruzeiros do mundo a portar a bandeira francesa, lançado ao mar em 1991, tem apenas 32 cabines (para 64 passageiros com o apoio de 32 tripulantes) e consegue aportar nos lugares mais secretos, acessíveis apenas a pequenas embarcações. Seus principais destinos? Os mares calmos do Mediterrâneo e do Caribe.

Mas, depois de quase vinte anos e com o objetivo de criar a embarcação ideal para viagens no mar — com todo o décor  e savoir-faire  francês —, veio o projeto do megaiate Le Boréal, que foi lançado em 2010, agora com capacidade para 264 passageiros (mantendo a Ver Mais →

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EVITE: Cruzeiros em navios cada vez maiores

O embarque é uma ba-gun-ça (principalmente nos portos brasileiros). A decoração é sempre over, numa mistura de parque de diversões, Las Vegas e Emirados Árabes. As piscinas são de água salgada. E são lotadas. E barulhentas. (Ah, tem aqueles que, ANTES do café da manhã, já passam na piscina e deixam suas bolsas sobre as espreguiçadeiras para garantir seu lugar.) Para jantar, o restaurante é fixo, o horário é fixo, a mesa é fixa e se você se atrasar porque decidiu tirar aquele cochilinho de fim da tarde (teu horário de jantar pode estar marcado para às 19h), você NÃO VAI comer comida (vai ter de ir pro restaurante bandejão comer junk food; e lá, até você pegar o arroz e encontrar o feijão, no mesmo balcão mas a 500 metros de distância, sua comida já chegará à mesa fria). O fato de eu não conseguir tirar um cochilo depois de um dia inteiro de Sol e não conseguir jantar Ver Mais →

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