Cruzeiros


Cruzeiros fluviais: Quando o foco não é só o na...

Água é vida. Do Cairo a Paris, passando por Manaus, Viena e Moscou, grande parte das cidades milenares do mundo nasceu à beira dos rios. E muitos desses rios vão muito além das fronteiras políticas: além do Reno (cuja nascente está na Suíça, mas desemboca no Mar do Norte, na Holanda) e o Mekong (que começa no Vietnã, passa pelo Camboja e o Laos até chegar à China), o Danúbio, ao longo dos seus quase três mil quilômetros de extensão, cruza dez países na Europa, incluindo mais de 70 cidades e quatro capitais nacionais (Viena, Bratislava, Budapeste e Belgrado). Diferentemente dos cruzeiros marítimos, em que muitos passageiros consideram o navio como destino (e sequer descem durante as paradas), nos cruzeiros fluviais o grande destaque é a programação das cidades. Por isso, espere paisagens diferentes todos os dias (nunca você vai passar o dia todo vendo água por todos os lados), conforto e espaço nas cabines (pense em banheiros de mármore, walk-in Ver Mais →

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Seabourn: Dos cruzeiros de luxo, o melhor? #publi

Além do serviço de quarto 24 horas incluso no valor do cruzeiro — que tal caviar & champagne como lanchinho da madrugada? —, um frigobar abastecido com duas garrafas de sua bebida preferida — uísque escocês, americano ou canadense; gin Tanqueray ou Beefeater; vodca Absolut ou Stolichnaya; vinhos — é o que você vai encontrar ao adentrar sua cabine em um dos quatro navios da frota Seabourn (todos novíssimos, o mais “velho” é de 2009). E para os viajantes frequentes de cruzeiros de luxo, a opinião é quase unânime: a companhia norte-americana com sede em Seattle fundada em 1986 entrega um serviço ainda mais exclusivo que outras companhias do mesmo nível {leia aqui os nossos publieditoriais sobre a Silversea, Silversea Galapagos e a Ponant}, fato que é reconhecido pelos rankings  de revistas especializadas como a Travel + Leisure e a Condé Nast Traveler: a Seabourn ocupa o topo do ranking  na categoria cruzeiros em Ver Mais →

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Galápagos: Como conhecer as ilhas que inspiraram ...

Uma viagem que durou cinco anos e passou pelas ilhas Galápagos (e duas vezes pelo Brasil) fez com que um jovem naturalista inglês, bem nascido mas nada brilhante na juventude (tentou a medicina e o sacerdócio, ambos sem sucesso), chegasse, a partir da observação, a uma das ideias mais brilhantes — e revolucionárias — de toda a história: a de que as características dos indivíduos de uma determinada espécie mais bem adaptados ao ambiente passariam para as futuras gerações, moldando o que somos e o percurso da evolução (assim, isso é apenas um dos pontos escrito de uma maneira bem  resumida), respondendo assim a uma das questões fundamentais da ciência, que na época acreditava que as espécies eram imutáveis (sem falar nas profundas  implicações religiosas — que dava ao acaso das mutações genéticas o poder que antes era de Deus — e filosóficas, discutidas até hoje).

E se, de 1831 a 1836 (passando por Galápagos em 1835), Charles Darwin fez a viagem no HMS Beagle, uma embarcação a vela com dois mastros, nada  confortável e numa época quando as pessoas partiam para as viagens sem saber se voltariam vivas (ou se voltariam), hoje é possível conhecer essas que são uma das paisagens mais inóspitas, únicas e protegidas Ver Mais →

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As viagens mais incríveis de volta ao mundo, por ...

Mr. Fogg, o distinto senhor inglês que dá a volta ao mundo em 80 dias no clássico de Jules Verne, venceu a aposta com seus colegas de clube concluindo a viagem em trem, elefante e navio a vapor. Mas se em 1873 a ideia de circum-navegar o mundo em tão pouco tempo era fantástica (as viagens nessa época duravam meses ou até anos, sem falar nos riscos que eram bem maiores), ainda hoje, apesar de todos os avanços dos meios de transporte, essa é uma experiência para poucos, já que exige tempo e dinheiro. Visitar destinos diferentes numa mesma viagem permite identificar os muitos contrastes entre as cidades, os países, os continentes. E é isso que companhias como Four Seasons, Silversea, Seabourn e Trains & Tours oferecem: viagens — reais — de volta ao mundo em que os trajetos podem ser feitos apenas de avião, apenas de navio, ou na combinação trem + avião.

DE AVIÃO

volta-ao-mundo-passagem-aviao-four-seasons-private-jet-navio-silversea-seabourn-trem-trains-tours-1200-1 volta-ao-mundo-passagem-aviao-four-seasons-private-jet-navio-silversea-seabourn-trem-trains-tours-1200-12 volta-ao-mundo-passagem-aviao-four-seasons-private-jet-navio-silversea-seabourn-trem-trains-tours-1200-2A rede canadense que possui 98 hotéis nos principais destinos do mundo (e cada Four Seasons é sempre uma das melhores e mais elegantes opções de hospedagem) possui um Boeing 757, todo primeira classe (poltronas em couro flat-bed, chef  e concierge  a bordo, Dom Pérignon à vontade), com o qual ela oferece três roteiros temáticos por ano de volta ao mundo, com duração de 18 a 23 dias (passando na maioria das vezes quatro dias Ver Mais →

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Silversea: navios pequenos e luxuosos em mais de 8...

Voltar para o início dos tempos em Galápagos, sair do porto de San Francisco num cruzeiro de 120 dias para Monte Carlo visitando Havaí, Austrália, Sudeste Asiático, Oriente Médio, Grécia e Itália, ou ainda sair de Londres passando por baixo da Tower Bridge com destino à São Petersburgo, onde você aproveitará a cidade por dois dias inteiros (geralmente os navios só passam algumas horas em cada lugar) são algumas das incríveis experiências que a companhia de cruzeiros de luxo italiana Silversea — da família Lefebvres de Roma, mas com sede em Mônaco — oferece a seus passageiros, com sua frota atual de oito navios pequenos que, ao mesmo tempo que cruzam oceanos com conforto e segurança, navegam e aportam em lugares inviáveis para grandes navios, como, por exemplo, o rio Tâmisa.

São dois os estilos de navios: cinco pertencem à frota clássica — o Cloud foi o primeiro inaugurado em 1994; depois vieram o Wind, o Shadow, o Whisper e o Spirit (vem mais um, o Muse no ano que vem); todos com bandeiras das Bahamas — e os outros três são específicos para expedições nos lugares mais remotos do planeta — com todo Ver Mais →

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Cruzeiros de luxo: os megaiates franceses da Ponan...

Esqueça a decoração over  ao estilo dos cassinos de Las Vegas, animadores de crianças (e de adultos) em piscinas lotadas, hora para jantar em lugares predeterminados e filas para pegar os tenders — as embarcações que nos levam dos grandes navios aos portos (por causa do tamanho eles não conseguem chegar próximo à terra). O primeiro — e já clássico — veleiro de três mastros da Ponant, única companhia de cruzeiros do mundo a portar a bandeira francesa, lançado ao mar em 1991, tem apenas 32 cabines (para 64 passageiros com o apoio de 32 tripulantes) e consegue aportar nos lugares mais secretos, acessíveis apenas a pequenas embarcações. Seus principais destinos? Os mares calmos do Mediterrâneo e do Caribe.

Mas, depois de quase vinte anos e com o objetivo de criar a embarcação ideal para viagens no mar — com todo o décor  e savoir-faire  francês —, veio o projeto do megaiate Le Boréal, que foi lançado em 2010, agora com capacidade para 264 passageiros (mantendo a Ver Mais →

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EVITE: Cruzeiros em navios cada vez maiores

O embarque é uma ba-gun-ça (principalmente nos portos brasileiros). A decoração é sempre over, numa mistura de parque de diversões, Las Vegas e Emirados Árabes. As piscinas são de água salgada. E são lotadas. E barulhentas. (Ah, tem aqueles que, ANTES do café da manhã, já passam na piscina e deixam suas bolsas sobre as espreguiçadeiras para garantir seu lugar.) Para jantar, o restaurante é fixo, o horário é fixo, a mesa é fixa e se você se atrasar porque decidiu tirar aquele cochilinho de fim da tarde (teu horário de jantar pode estar marcado para às 19h), você NÃO VAI comer comida (vai ter de ir pro restaurante bandejão comer junk food; e lá, até você pegar o arroz e encontrar o feijão, no mesmo balcão mas a 500 metros de distância, sua comida já chegará à mesa fria). O fato de eu não conseguir tirar um cochilo depois de um dia inteiro de Sol e não conseguir jantar Ver Mais →

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