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Hospedagem


Nolinski: O hotel vintage-chic recém-aberto e com...

Existe um certo prazer em se hospedar em uma área extremamente central e movimentada, a alguns passos das maiores e melhores atrações e lojas de Paris — Opéra Garnier, Louvre, Commédie Française, Palais Royal, Musée des Arts Décoratifs, Jardin des Tuileries e a rue Saint-Honoré —, exatamente em frente à saída do metrô Pyramides (não tem maior luxo urbano), e observar os carros, os ônibus e as multidões da Avenue de l’Opéra  como se fossem uma cena de filme mudo em meio ao conforto de um quarto absolutamente silencioso e elegante, repleto de luz natural, num edifício do período haussmmaniano. Aberto em 2016 na avenida que liga o Opéra Garnier à Commédie Française, o Hôtel Nolinski traz todas as comodidades de que precisa o viajante contemporâneo, incluindo uma relaxante piscina indoor  anexa ao spa (ela é bem escura como no Costes e no Mandarin Oriental, mas lembre-se de que piscinas são raridades nos hotéis parisienses), na melhor localização da Ver Mais →

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Bülow: O único hotel com restaurante estrelado d...

Existe uma austeridade nos hotéis de luxo germânicos — seria a herança protestante? — que é bem diferente do que a gente encontra na França, no Japão, nos Estados Unidos; e tem pouco a ver com o que consideramos bom gosto (mas eu acabo gostando por ser o reflexo de uma cultura e, principalmente, porque ela vem sempre acompanhada da eficiência alemã). E, se se hospedar no Taschenbergpalais é estar praticamente dentro dos palácios de Dresden (o hotel ocupa um prédio que foi construído por Augusto, o Forte para a sua amante favorita), se hospedar no Bülow Palais, um hotel independente, de família, associado à Relais & Châteaux, é estar no bairro mais antigo da cidade — a Innere Neustadt, com construções barrocas originais do século 18, entre a bela Albertplatz e o Palácio Japonês, e em frente uma pracinha arborizada onde está a igreja Dreikönigskirche — entre as duas regiões que a gente ama e frequenta: a Altstadt, a região onde ficam Ver Mais →

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Guanahani: O hotel mais completo de Saint-Barth (c...

Nenhum outro hotel em Saint-Barth possui DUAS praias privativas (entre as mais belas da ilha, partes de uma reserva natural), duas piscinas para os hóspedes (sem contar todas as outras privativas que fazem parte das villas  mais caras), dois restaurantes, spa  Clarins com piscina mais tranquila e direito a animal de estimação (o Oscar, uma iguana de 1,5 metro de comprimento), quadras de tênis, e 67 quartos e villas  decorados na mais bela cartela de cores da ilha — e talvez do Caribe (turquesa, amarelo, laranja, marinho e lavanda, sem falar das icônicas toalhas de praia em amarelo e branco e do belíssimo projeto de comunicação visual; tive de trazer toda a papelaria do quarto na mala). E, atendendo aos diversos estilos de viagem — a dois, família com filhos (eles têm programas para crianças o ano todo, com exceção dos meses de setembro e outubro, quando o hotel fecha), entre amigos e/ou fitness-addicts  (além da academia com vista para o mar e toda a estrutura para esportes de praia, tem ainda aulas de yoga com professor gato  pelas manhãs, ou no spa  ou no deck sobre o mar da Baía de Marigot), o Guanahani é, sem dúvida, o hotel mais completo de Saint-Barth.

A NATUREZA E AS PAISAGENS COMPENSAM A DISTÂNCIA

O Guanahani, junto com o Eden Rock, é um dos hotéis originais de Saint-Barth, mas acaba de passar por uma reforma que custou US$ 40 milhões. Inaugurado em 1986 {saiba mais sobre a história da ilha, clicando aqui} e, diferentemente do hotel que hoje pertence à Oetker Collection (o Guanahani segue sendo um hotel independente), ele está localizado no nordeste da ilha, do lado oposto ao da capital Gustavia, o que pode ser um problema Ver Mais →

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Cipriani: Dos hotéis míticos do mundo, o mais co...

Depois de me hospedar no Cipriani em Veneza e no Brenners Park em Baden Baden, eu definitivamente vou precisar criar uma categoria hotéis-míticos-e-com-alma-que-sobreviveram-bem-ao-tempo. Distante na medida certa da confusão claustrofóbica das hordas de turistas em Veneza, o Cipriani é praticamente um oásis que ocupa a ponta da ilha de Giudecca, que dá de frente para San Marco (jantar no terraço de um dos restaurantes do hotel, o  Cip’s Club, com vista para tout Venise  é uma experiência imperdível até para quem não está hospedado, e ainda tem uma das melhores tartes tatin  que já comi na vida; você vê nas fotos no fim da matéria). Mas não só: qual hotel do mundo possui funcionários — há décadas trabalhando lá — que são personagens tão míticos quanto o Cipriani? (O barman  Walter Bolzonella é amigo de várias figuras de Hollywood incluindo o ator George Clooney; e na cidade que abriga alguns dos eventos de arte mais importantes do mundo, as Bienais de Arte e Arquitetura e o Festival de Cinema, espere sempre encontrar Ver Mais →

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Hôtel de Crillon, um dos icônicos palaces de Par...

Construído a pedido do rei Louis XV, as janelas e as colunas imponentes do Crillon viram as cabeças do rei Louis XVI e de sua esposa, Marie-Antoinette, rolarem na Place de la Concorde em 1793. Ocupando uma parte dos dois edifícios com fachadas idênticas na Praça da Concórdia (a hoje Place de la Concorde, antigas Place de la Révolution e Place Louis XV; os nomes iam mudando conforme as mudanças políticas), o Crillon, inaugurado como hotel em 1909, é um dos mais antigos e luxuosos do mundo. E depois de quatro anos fechado para reforma (era para ser dois anos inicialmente), um dos hotéis palace  de Paris reabre no dia 5 de julho de 2017, agora sob a bandeira da rede nascida-texana-devenu-honcoguesa Rosewood Hotels  & Resorts (mas o prédio pertence à família real saudita). Ou seja, depois de Mandarin Oriental, Shangri-La e Peninsula, o Rosewood será o quarto hôtel palace  parisiense — de onze — Ver Mais →

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Nacional Gran Meliá Rio: O aguardado renascimento...

O hotel não está no nosso bairro preferido no Rio de Janeiro — Ipanema — mas alguns fatores fazem do Hotel Nacional Gran Meliá a melhor e mais bem vinda novidade hoteleira de 2016 no Rio de Janeiro (por conta das Olimpíadas, mais de TRINTA hotéis foram inaugurados só nesse ano; um acréscimo de mais de VINTE E CINCO MIL novos quartos de hotéis): 1. a arte (ocupa um edifício histórico e tombado projetado por Oscar Niemeyer, tem jardins assinados por Roberto Burle Marx e obras de importantes artistas brasileiros); 2. as vistas matadoras  (para a praia de São Conrado, para mata atlântica ainda selvagem, para a favela da Rocinha com o Corcovado ao fundo, e para a maior pedra da cidade do Rio de Janeiro — uma montanha monolítica com 844 metros de altura, a Pedra da Gávea); 3. a localização entre o Leblon e a Barra (próximo da favela do Vidigal e da Vista Chinesa, acessíveis de carro, e da estação de metrô São Conrado, a três minutos a pé, que te leva Ver Mais →

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Hotel Four Seasons DIFC: Existe uma Dubai elegante...

Elegância raramente rima com grandiosidade (“a elegância não grita, ela sussurra”, li uma vez). E, apesar de refletir a cultura emirati  com ricos veludos e o brilho dos metais dourados e das madeiras laqueadas, o Four Seasons Dubai DIFC não segue a proporção dubaiana, felizmente: é um hotel com apenas oito andares — são mais de 100 quartos, mas a sensação é a de que se está num hotel boutique — no coração deste minúsculo e jovem emirado que, em pouco mais de vinte anos, já tem mais  arranha-céus que Tóquio e Chicago. Por isso, numa cidade onde o céu é — literalmente — o limite, o Four Seasons Dubai DIFC é uma belíssima opção ao extenso cardápio de hotéis de luxo em Dubai, e com ótima relação custo-benefício (praticamente todas redes estão aqui, com um ou até mais hotéis, como é o próprio caso da Four Seasons, que tem um resort  de praia em Jumeirah, e você pode utilizar a estrutura pagando uma taxa por dia de uso).

A localização não poderia ser melhor. Você está no coração do DIFC, o Dubai International Financial Centre, um bairro-jurisdição vizinho ao complexo Burj Khalifa — Dubai Mall (hoje considerado o “centro” de Dubai; e por ser vizinho, o Four Seasons garante ótimas Ver Mais →

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Seychelles, ilha Silhouette: A ilha do resort Hilt...

Confesso que, ao planejar uma viagem para qualquer praia (ainda mais um destino considerado paradisíaco como as Seychelles), a minha última opção de hospedagem seria uma propriedade dessas grandes cadeias internacionais voltadas para o mercado corporativo, que seguem aquela identidade única estando você em Xangai, em Paris ou no Rio de Janeiro. Mas o que me encantou no Hilton Seychelles Labriz Resort & Spa, além do fato de ele ocupar sozinho a Silhouette Island, a terceira maior ilha das Seychelles, plantation  no século 18 e hoje parque nacional e marítimo, é que na ilha existe um vilarejo com apenas 135 nativos, com escola maternal (no momento sem alunos porque as poucas crianças da ilha — eram cinco em 2015 — prosseguem hoje o ensino fundamental em Mahé), hospital (onde um médico alemão é mantido pelo hotel), capela, centro comunitário; e o mais bonito é que, em vez de escondê-los, o hotel integrou Ver Mais →

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Emiliano Rio: A melhor e mais elegante forma de as...

É só uma grande pena que o hotel Emiliano Rio — que ocupa o terreno do antigo Consulado da Áustria (uma casa não tombada, das poucas que restavam de frente para o mar na Avenida Atlântica, totalmente demolida para a construção do hotel), quase já em Ipanema — não tenha dois andarzinhos  a mais para oferecer uma vista 360º de toda Copacabana, de qualquer lugar do último andar, onde ficam a piscina em L com borda infinita, o deck e o bar, de uso exclusivo dos hóspedes. De qualquer forma, mesmo estando no meio de dois prédios mais altos (o que faz com que se tenha parede dos dois lados), a vista de tirar o fôlego do 12º e último andar, do Pão de Açúcar ao Forte de Copacabana, já faz com que o segundo Emiliano (o primeiro, inaugurado em 2001, é em São Paulo), seja indubitavelmente o melhor e mais elegante lugar para assistir não só ao nascer do sol (não se vê o pôr do sol em Copacabana, apenas em Ipanema) mas também aos fogos de artifício — e todos os Ver Mais →

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Hotéis-Palace: a distinção máxima da hotelaria...

Desde os anos 1960, a França usava um sistema de classificação de hotéis próprio, que ia de zero a “4 estrelas luxo”. Quando resolveu aderir à classificação internacional (de uma a cinco estrelas; era o único país do mundo que não a utilizava, o que confundia a cabeça dos viajantes), o país que inventou o luxo contemporâneo resolveu não só aderir às cinco estrelas mas também criar uma categoria acima dela. E, apesar do nome que evoca séculos de história e tradição, a distinção Palace, dada pela agência de desenvolvimento turístico do país aos hotéis de excelência à la française, tanto da França continental quanto de seus territórios ultramarinos, só foi criada em 2010 com a mudança do sistema de classificação hoteleira. Os primeiros oito hotéis só receberam a distinção em maio de 2011 e, desde então, o título se transformou numa importante ferramenta de comunicação para os hotéis que fazem parte deste seleto clube (além da placa que ostentam na porta). Todos os Ver Mais →

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Ca’d’Oro 2.0: conquista para o centro ...

O Ca’d’Oro (em dialeto veneziano “Casa de Ouro”), assim como o Hilton da Avenida Ipiranga (hoje fechado), foi um dos grandes hotéis de São Paulo e teve como hóspedes e habitués  presidentes e políticos brasileiros, a realeza europeia, artistas e intelectuais famosos mundialmente (enquanto o Hilton seguia o estilo americano de eficiência, o Ca’d’Oro sempre teve orgulho de sua classe europeia). Inaugurado como um pequeno hotel na Rua Basílio da Gama em 1956, depois de três anos de sucesso com o restaurante de mesmo nome, foi para o quarteirão da Augusta-Avanhandava-Caio-Prado em 1961 e só viria a se tornar o Grand Hotel Ca’d’Oro em 1978, depois de vários edifícios construídos e anexados ao prédio principal, com uma oferta que passou de 200 para 400 quartos, entre suítes presidenciais, suítes para famílias (perfeitas para os executivos que passavam meses com suas esposas e filhos enquanto trabalhavam no Brasil; nessa época, empresas estrangeiras chegavam em Ver Mais →

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Le Meurice: Localização e gastronomia imbatívei...

Existe uma distância estilística  não muito esperada entre o térreo do Meurice — com seus maravilhosos restaurantes e bar, alguns dos mais belos e elegantes da capital parisiense — e os andares acima, onde estão os quartos.  A sensação é a de que você está em dois hotéis diferentes, apesar de ter sido reaberto no ano 2000 depois de dois anos fechado para reforma. Se os salões deste hotel mítico, inaugurado em 1835 (ou seja, há quase duzentos anos), foram repaginados de forma muito bem sucedida por Philippe Starck, entregando exatamente  o tipo de ambiente e experiência que a gente espera de um hôtel palace, é como se, de alguma forma, o restante do hotel, todo em estilo Louis XVI, já tivesse envelhecido e se tornado datado (apesar de eu amar demais os banheiros inteiros em mármore — veja as fotos abaixo —, como no Four Seasons de Milão, que, na minha opinião, são atemporais…) O problema também  está em pagar € 1100 por noite, que é praticamente Ver Mais →

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Saint-Martin: A melhor região e os melhores hoté...

Localização — estar próximo das experiências mais interessantes e autênticas, e poder fazer as coisas com o menor deslocamento possível, de forma fácil, se possível, a pé — é o fator MAIS importante na hora de escolher o hotel. Mas em Saint-Martin acontece algo inusitado: tirando a capital Marigot onde fica o Fort Louis, todos  os melhores e mais genuínos restaurantes de Grand Case, muitas belas praias (da badalada Orient Bay à charmosa Pinel, passando pela intocada Petites Cayes) e a Reserva Natural Nacional, tudo fica na parte norte da ilha. O que fazer, então, quando o melhor e único hotel cinco estrelas de toda Saint-Martin / Sint Maarten fica no extremo sudoeste, na direção completamente contrária, fazendo com que você leve um bom tempo de carro para ir e voltar das praias e jantares (no mínimo trinta minutos, sem trânsito, só para ir)? 1. Sendo o Belmond La Samanna um belíssimo hotel com ótima infra-estrutura (incluindo uma Ver Mais →

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Saint-Martin: Belmond La Samanna, hotel numa das m...

Quase na divisa com a parte holandesa, em meio a 55 hectares de muito verde e ocupando praticamente metade da faixa de areia de uma das mais belas praias — e privativas — de Saint-Martin (tudo bem que em algumas partes é meio ruim entrar na água porque em vez de areia, você vai encontrar muitas pedras; é meio difícil e até perigoso andar sobre elas), o hotel resort  Belmond La Samanna é um vilarejo de casinhas brancas coloniais em meio a caminhos arborizados; e o único hotel cinco estrelas de toda a ilha. Tem duas lindas piscinas com serviço de bar (o que é perfeito: dá para pedir um drinque dentro da água; e uma delas é borda infinita pé-na-areia ), concierge, restaurantes com comida deliciosa, serviço de quarto 24 horas, quadras de tênis, academia bem equipada (com aparelhos novos, pesos livres e cardio), aulas de yoga e pilates, business center, spa  (mas não desses a que estamos acostumados; não tem vestiário, não tem sauna, são só salas Ver Mais →

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Four Seasons Milano: um óasis monástico na melho...

Um hotel na melhor localização da cinzenta Milão, numa ruazinha estreita e intimista, com um lindo, escondido (assim como todos os cortili  da cidade) e bem cuidado oásis verde, que ocupa o pátio interno do que foi por quase trezentos anos um convento (o Santa Elisabetta funcionou aqui até 1782), faz do Four Seasons Milano um dos mais especiais endereços para você chamar de seu na cidade (outro hotel com jardim de que a gente gosta é o Bulgari, em Brera). Aberto em 1993, depois de seis anos não só de construção e reforma mas também restauração de muitos elementos que foram sendo descobertos durante as obras — como os afrescos, os pilares e as abóbadas originais que estavam escondidos por trás de paredes de tijolos de uma reforma no século 18 (o que fez com que o projeto tivesse de ser inteiramente revisto) —, o Four Seasons combina respeito à história, serviço cortês, excelente e constante, uma elegância simples nos ambientes (uma herança monástica, talvez?; com exceção dos luxuosos banheiros) e integração com as novas tecnologias (tudo bem, faltam tomadas Ver Mais →

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Courchevel: Hôtel des 3 Vallées, hotel design be...

Com o fim da Segunda Guerra Mundial e a decisão do governo francês de construir a estação de esqui de Courchevel {saiba mais sobre a pequena história de Courchevel, clicando aqui}, eles tiveram de construir um prédio para abrigar a equipe que trabalharia no projeto (imagina levar todo o material de construção para uma montanha, a 1850 metros de altitude, quando ainda não havia estradas). E é nessa construção histórica, de 1947, o primeiro edifício de Courchevel, que está o Hôtel des 3 Vallées, um hotel design  de quatro estrelas, charmoso e aconchegante, e muitíssimo bem localizado (você vai estar a dez passos do Génepi, um dos meus restaurantes favoritos, de cozinha típica savoyarde; a 150 metros do Chabichou, restaurante dois macarons  Michelin, e do Pomme de Pin, lugar perfeito para um almoço com vista linda para a cidade e as montanhas; a três minutos a pé da Croisette e das lojas de aluguel de esquis; a cinco minutos do centrinho de Courchevel, com o escritório de Ver Mais →

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Courchevel: A melhor região e como escolher o seu...

A primeira coisa na qual você precisa se atentar antes de definir o hotel é o seu nível de esqui. Quase todos os hotéis e chalés em Courchevel 1850 são ski in ski out  (têm acesso direto às pistas, sem a necessidade de andar ou pegar carro), mas não adianta ser ski in ski out  se você tiver de pegar uma ladeira íngreme — com o risco de perder o controle da velocidade e se espatifar — para chegar à Croisette, o local central onde ficam os instrutores e de onde saem os teleféricos para todas as pistas, de todos os níveis, de Courchevel e dos Três Vales. Por isso, informe-se antes sobre o nível de dificuldade da pista na saída do ski room  do hotel e a distância do hotel até a Croisette (pergunte se eles têm carros disponíveis, ou navettes, que possam te levar pra lá). Se você for iniciante e se hospedar num hotel ao lado de uma pista azul (o segundo nível de dificuldade, depois do verde, que é o mais fácil), com algumas ladeirinhas assustadoras, não tem jeito: vai ser melhor ir andando com suas botas e Ver Mais →

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Armani Hotel Milano: Experiência milanesa autêntica

Giorgio Armani nasceu em Piacenza, cidade a uma hora ao sul de Milão, mas foi na capital da Lombardia que começou sua carreira como vitrinista da loja de departamentos Rinascente (ao lado da Duomo) e se transformou no mais bem sucedido — e rico — estilista não só da Itália mas do mundo (em segundo lugar, vem Ralph Lauren). E se a colaboração entre nomes da moda e a hotelaria não é nova (de quartos assinados por marcas e estilistas — como as suítes Dior e Tiffany no St. Regis, em Nova York, à suíte Diane von Furstenberg no Claridge’s, em Londres — aos hotéis Bulgari, Versace, Moschino e Ferragamo, com a rede de hotéis da família, a Lungarno Collection), hospedar-se no Armani Hotel, em Milão, uma das capitais mundiais da moda e do design  (Giorgio Armani além de criar roupas e acessóris também possui sua linha Casa, com móveis, tecidos, cristais, porcelanas, luminárias), e onde o estilista construiu sua história, não poderia ser maior reflexo da alma Ver Mais →

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São Paulo, o melhor bairro e os melhores hotéis ...

São Paulo é a megalópole carente de bons hotéis bem localizados. Não dá para entender por que a maior e mais rica cidade da América do Sul não conseguiu manter hotéis históricos — como o Rio que tem o Copacabana Palace — nem tem hotéis de redes como Mandarin Oriental, Ritz Carlton, Four Seasons, Park Hyatt (diferentemente de nossas vizinhas Buenos Aires e Santiago). Alguns dos melhores hotéis da capital paulista não têm piscina e quando tem são indoor, cobertas (putcha, estamos no Brasil, país de Sol abundante), nem banheiras em quartos cujas diárias custam R$ 3 mil, a não ser que você pague por um quarto superior (nada simpático, né?). Clique aqui e conheça o manifesto Simonde do hotel perfeito

ONDE FICAM AS COISAS LEGAIS DA CIDADE?

Assim como Paris tem aquela linha imaginária que começa na Bastilha e vai até o Arco do Triunfo (mas vai além, até La Défense), passando pelo Marais, Louvre, Place de la Concorde, Champs-Elysées, que concentra grande parte das coisas incríveis da cidade, São Paulo tem um eixo — as avenidas Consolação e Rebouças — que liga o Centro a Pinheiros passando Ver Mais →

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Hotel Tryp, dentro do Terminal 3, em Guarulhos

Quem já foi para a Ásia e teve de fazer conexão depois de 12 horas de voo — para pegar outro voo de mais 10, 11 horas — sabe o quão cansativo é todo o processo, principalmente quando você precisa esperar no aeroporto por 5, 6 horas, sem poder sair ou por que não pode ou por que não dá tempo de ir à cidade e voltar. E é para esses viajantes que, em agosto de 2015, abriu na área restrita do Terminal 3 do aeroporto de Guarulhos, o hotel Tryp, um quatro estrelas com 80 quartos (o único no hemisfério sul com essa proposta).

QUEM PODE SER HOSPEDAR NO TRYP GRU NO TERMINAL 3?

O público é bem  específico. Como o Terminal 3 é exclusivo para voos internacionais e o hotel fica dentro da área restrita, ou seja, depois do controle de passaportes para quem vai viajar, isso significa que apenas passageiros chegando de outro país e indo para outro país (inter-inter, como eles chamam) podem se hospedar no Tryp; são passageiros que nem retiram suas bagagens despachadas na esteira, vão para o hotel apenas com a bagagem de mão. Para passageiros saindo do Brasil, o hotel só será útil para quem vier de outra Ver Mais →

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Hamburgo: o melhor bairro e os melhores hotéis

O melhor de Hamburgo é que se hospedar em hotéis de luxo como Fairmont ou Park Hyatt custa BEM mais barato que em cidades como Paris, Nova York ou Londres. A diferença no preço entre uma diária no Park Hyatt de Paris para o Park Hyatt de Hamburgo no mês de julho, por exemplo, é de 600 euros (!), sendo que o quarto em Hamburgo oferece o mesmo nível de conforto (não tem todo o ouro dos detalhes do de Paris, é verdade), e é quase 10 metros quadrados maior.

BAIRRO PREFERIDO EM HAMBURGO
Nossa região predileta nesta cidade hanseática são Neustadt / Altstadt (cidade nova / cidade velha) que circundam o lago Binnenalster, o irmão menor do lagão  Alster. Porque é lá que fica o comércio de luxo da cidade; a moderna casa de ópera, a Hamburgische Staatsoper; os restaurantes Haerlin e o Seven Oceans; e é de lá que você tem uma das vistas mais fotogênicas da cidade (além dos jardins e dos edifícios em volta do lago): a do Rathaus, o parlamento desta cidade-estado Ver Mais →

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25hours, o único e hipster hotel em HafenCity

Junto com a carta de boas vindas, o que te espera no quarto, em vez de vinho ou champagne, é uma garrafinha da Astra, a cerveja de Hamburgo, que tem uma âncora como símbolo. O porto e as navegações foram as principais inspirações para a concepção do 25 hours Hotel HafenCity. Nem a vista para o pântano, que fica entre o hotel e o rio Elba, nem a ausência de banheiras nos quartos, academia e room service  tiram o brilho deste hotel hipster-chic  (o décor  é industrial, mas não ocupou um prédio antigo e abandonado, já que foi impecavelmente construído para parecer  industrial). Você vai ter bicicletas (com nomes como Ida, Jette, Hans, Klaus), capas e guarda-chuvas à sua disposição, sem custo, para percorrer a cidade (lembre-se: em Hamburgo pode chover a qualquer hora); vai ter contêiner convertido em sala de reunião onde você pode assistir ao jogo de futebol tomando cerveja; salas de convivência no primeiro andar com iMacs, Atari Ver Mais →

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Lucknam Park Hotel & Spa

Sempre sonhei chegar naquelas enormes propriedades aristocráticas em que você precisa andar de carro por uma estrada cercada por árvores frondosas para se chegar à mansão; como nos filmes. Tudo bem que seria mais apropriado usar como meio de transporte um New Phantom, um Rolls Royce dos anos 1920 com chauffeur, mas o táxi comum que nos trouxe de Bath para o Lucknam Park Hotel & Spa, num lindo percurso de 9 quilômetros entre cidade e o hotel, não fez com que meu encanto diminuísse quando os portões da propriedade se abriram e depois de alguns minutos nós avistamos a casa, lá no fundo, emoldurada pelo verde das quatrocentas limeiras e faias plantadas em 1827. E, do momento que chegamos à hora da partida, foi puro encanto.

Se Downtown Abbey  está mais para Cliveden (outro hotel Relais & Châteaux próximo de Heathrow), Lucknam está mais para Jane Austen; que tem tudo a ver com Bath  e é como estar indo a um dos bailes de Pride & Prejudice. A casa, construída ao longo de nove Ver Mais →

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Chineses desafiam o luxo parisiense

A relação entre o luxo francês e a China não é nova. Luís 14, o Rei Sol, já era apaixonado pelas lacas, sedas e porcelanas chinesas a ponto de construir para si e para a sua amante, a Marquesa de Montespan, o Trianon de Porcelaine, em Versailles. E até recentemente, a relação entre a elite francesa com os chineses ocorria apenas através do consumo de sua cultura, do exótico, com uma imagem extremamente negativa da política e do estilo de vida chinês atual. Mas quando os chineses conseguem se igualar — ou até superar — aos franceses, em sua capital Paris, numa das artes mais caras à sua secular art de vivre: o luxo e a arte de receber, é por que, definitivamente, não dá mais para associarmos essa república socialista às falsificações ou à produção em massa, a custo baixo e sem qualidade. Ou, pelo menos, não apenas. A China parece recuperar o seu papel de dominância, dessa que é uma das civilizações mais antigas do mundo (os primeiros fragmentos da seda que a gente tanto ama datam de 2850 anos antes de Cristo).

Em quatro anos (de 2011 a 2014), Paris recebeu quatro novos hotéis palácio (um seleto grupo de oito propriedades que estão acima dos cinco-estrelas). Os quatro vieram da Ásia. E três, da China (os três de Hong Kong): Mandarin Oriental, Shangri-La e Peninsula (o Royal Monceau, da rede Raffles, é de Cingapura; e o Peninsula, por ter aberto há menos de um ano, ainda não tem oficialmente a distinção, mas com um investimento de mais de meio bilhão de dólares e tendo como base suas outras propriedades em Nova York e Chicago, é só uma questão de tempo). E, apesar de o discurso dos três hotéis ser de que “são hotéis franceses”, tanto o Shangri-La quanto o Peninsula possuem belos restaurantes de comida cantonesa.

Os turistas chineses movimentaram US$ 238 bilhões em 2014, ultrapassaram os norte-americanos e alemães tornando-se os turistas que mais gastam em viagens internacionais, e a França é o primeiro destino dos chineses quando eles decidem se aventurar fora da Ásia. O que explica, em parte, a entrada dos grupos asiáticos, que começam a marcar território na Europa, e, por consequência, o fechamento para reforma de grandes hotéis históricos da cidade, como o Crillon e o Ritz (o Plaza Athénée e o Bristol também passaram por recentes reformas); franceses até a alma. Por que se já era difícil concorrer com os chineses nos preços de produtos industrializados, parece que também não será fácil concorrer com eles quando o assunto é receber bem, na cidade que criou e que é sinônima de luxo.

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Mandarin Oriental Paris

Não há localização melhor em Paris. E, nisso, o Mandarin Oriental, que apesar de criança já é considerado como um hotel palace  pelo órgão de turismo francês, saiu na frente dos seus rivais orientais (Shangri-La, Peninsula e Royal Monceau). A alguns passos, literalmente, do bar do Costes e do Hemingway (quando o Ritz reabrir), da Colette, do restaurante do Meurice, do chocolate quente do Angelina, das lojas gastronômicas da Madeleine, de todas as joalherias da Place Vendôme e de todas as lojas das marcas mais luxuosas do planeta na própria Saint-Honoré. A 500 metros do Opéra Garnier, da Place de la Concorde, do Musée d’Orsay (cruzando o Jardin des Tuileries, com o Jeu de Paume e o Orangerie no meio do caminho, e o Sena), a 900 metros do Louvre, da Commédie Française, do Palais Royal e do outro lado do rio de Saint Germain-des-Près. Eu poderia enumerar mais 200 nomes de coisas legais que se tem para fazer na região, TUDO A PÉ, sem falar que o hotel Ver Mais →

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O Manifesto Simonde do Hotel Perfeito

Esse é o manifesto Simonde de hospedagem. Assim como sou apaixonado por aeroportos (faço questão de levar e buscar amigos e parentes só pra ter o pretexto), amo lobbies de hotel (e filmes que têm eles como cenários: de Morte em Veneza  a Lost in Traslation, passando por Week-End at the Waldorf, Grand Hotel e Uma Linda Mulher). É fascinante, nos lobbies de hotéis com localização central, observar pessoas de diferentes estilos, de todos os cantos do mundo, indo e vindo; homens e mulheres em papos de negócio, madames com seus cachorrinhos de estimação, famílias decidindo com o concierge o programa dos próximos dias, casais apaixonados que só conseguem enxergar um ao outro. Se o hotel tiver restaurante estrelado e bar animado, ainda melhor. Mas, mesmo que o hotel seja incrível, nunca deixo de frequentar os chás, os bares e os restaurantes de outros hotéis; simplesmente porque estão em hotéis. Se hospedar no hotel PERFEITO nem sempre é possível (e muitas vezes, hotéis da mesma categoria de preço entregam experiências bem diferentes), mas fizemos um exercício de imaginar o que um hotel tem de ter para fazer com que a gente se apaixone por ele. Assim, sinta-se livre em nos contar sua opinião e relatar suas experiências.

LOCALIZAÇÃO

Localização, localização, localização. O hotel pode ter a melhor estrutura do universo, mas ele não for o próprio destino — no caso de resorts, quando você já viaja com a intenção de não sair de lá —, não adianta ser incrível, ser desenhado pelo designer  X, se você tiver de gastar quarenta minutos para chegar aos cafés, restaurantes, lojas e atrações culturais mais legais (ou daquelas que você mais gosta); o que é bem fácil de acontecer nos grandes centros urbanos (e você sempre saberá, em cada cidade Simonde, quais são os bairros de que mais gostamos e por quê). Por isso, a região, o bairro, a rua são variáveis Ver Mais →

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Bulgari Milano

O legal do hotel Bulgari de Milão é que, assim como o Costes em Paris, ele sobreviveu bem àquele período inicial de buzz — ambos já não são mais novidades — e segue ainda sendo frequentado por viajantes sofisticados quando querem um endereço na cidade e pelos locais para tomar um drink (os fins de tarde no jardim são famosos), um chá ou fazer reuniões de negócios curtindo a atmosfera contemporânea e verde do hotel (muitos outros hotéis de luxo pequenos são privés demais para o nosso gosto). O Bulgari se destaca ainda mais na cena hoteleira milanesa quando o Four Seasons e o Principe di Savoia, dois grandes hotéis sempre sinônimos de luxo, ficam para trás com quartos de decoração datada e cobrando preços semelhantes (a competição fica ainda mais acirrada com a chegada do Mandarin Oriental em julho de 2015).

O selo, que leva a marca da centenária empresa famosa por suas joias (hoje parte do Grupo LVMH) e já tem três filiais (Milão, Londres e Bali), é administrado pela Marriott (sendo o Bulgari e o Ritz-Carlton os selos mais sofisticados do grupo). Tem ótima localização (fica Ver Mais →

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Trancoso: Hospedagem

Na Simonde, a gente não gosta de resorts, sempre isolados do mundo: não se vive cotidianamente a parte histórica, a cidade, as pessoas que vivem ali. Por isso, a gente prefere não se hospedar no Club Med ou no Terravista que são longes do Quadrado e das praias. A melhor opção sempre é se hospedar no Quadrado, já que parar o carro por lá pode ser um problema em épocas concorridas (e os guias da cidade, em bandos, não vão te deixar em paz pra ganhar uma caixinha na hora de estacionar). Mas, sendo a área-a-curtir  em Trancoso não muito extensa (sendo que você vai ter um carro para transitar entre Centro-Quadrado-Praias), nossas hospedagens preferidas seguem abaixo. (CASO você opte por escolher algum outro lugar no Quadrado — o Capim, o Etnia e o Uxua são meio concorridos —, apenas certifique-se de que a pousada tenha acesso a carros pelos fundos do terreno; senão, você terá de carregar as malas na mão até à pousada à la  Ver Mais →

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